sexta-feira, julho 03, 2009

Por que o povo brasileiro não protesta? Porque é criticado quando o faz. #forasarney!

Mandem seus professores acessarem mais o Twitter e os twitteiros que criticaram o #forasarney a consultarem mais os professores... E, como diria o Pasquale: É isso!

O que o dinheiro faz...

Ganhador da mega-sena é eleito novo símbolo sexual ...kkkk. Ih! Nojento!

Quem é quem no PT...


Há situações ruins que às vezes servem para revelar coisas boas. É a tal da história de transformar o limão em uma saborosa limonada. Foi isso o que aconteceu com essa história do sai-não-sai do Sarney. O coronel decidiu sair, pressionado pelo DEM e pela bancada do PT em peso. Mas a decisão durou menos de 24 horas. Bastou Lula chegar de viagem, ter uma conversinha com o Bigodão, dar uma prensa no seu pessoal e, pronto: Sarney fica. Só que nem todo mundo é marionete do Barbudo (olha aí: Bigode e Barba. por isso não querem se separar). Resultado: racha no PT (não confundir com a "racha do PT"). Que bom que as máscaras caíram e agora temos uma situação mais clara à nossa frente. Se bem que as informações a seguir não são nenhuma surpresa para quem já acompanha os acontecimentos no cenário político há algum tempo.
Eis os nomes dos senadores do PT que se mantiveram firmes no pedido de licença do morubixaba (gostei desse termo, que significa chefe político, mas parece um xingamento) José Sarney, mesmo sob a pressão de Lula:
- Marina Silva (AC),
- Eduardo Suplicy (SP),
- Augusto Botelho (RR),
- Fátima Cleide (RO),
- Tião Viana.


Outros seis, no entanto, os "paus mandados" de Lula, mudaram o discurso no Congresso e agora defendem a permanência do bigodudo. São eles:
- Aloizio Mercadante (SP),
- Ideli Salvatti (SC),
- Delcídio Amaral (MS),
- João Pedro (AM),
- Serys Slhessarenko (MT)
- Paulo Paim (RS).


Gravem bem esses nomes para que, na próxima eleição, ninguém faça M... nas urnas, de novo.

Valeu, bjo, me liga...

quinta-feira, julho 02, 2009

Qual a sua raça? Pastor alemão, yorkshire, poodle...


Há algum tempo meu marido vem martelando sobre um assunto que ainda não havia parado para pensar sobre ele: o uso do termo "raça" para distinguir os vários tipos humanos que povoam a terra. Nada mais racista do que fazer esse tipo de separação, de distinção. Ora, quem tem raça é cachorro, macaco, gato... . Portanto, a antiga frase que muita gente adora usar em seus discursos "...independente da raça, cor, religião, ...", me parece, agora, inadequada e, ao contrário do que se propõe, totalmente politicamente incorreta.
E este assunto morreria na sala da minha casa, numa simples conversa entre marido e mulher, se o mesmo tema não tivesse sido levantado por um conceituado geneticista e publicado na Folha de São Paulo. Não é a primeira vez que meu marido levanta umas bolas dessa e fica registrado apenas no seio familiar. Acho que vou começar a divulgar suas idéias.
Leiam a matéria intitulada "Conceito de 'raças' foi criado para justificar dominação, diz autor": http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u453011.shtml

"A Queda"... de Sarney

Sei que o assunto é sério, mas esse vídeo ficou demais. Me acabei de rir com ele...

quarta-feira, julho 01, 2009

EU FUI no #forasarney de Sampa...

Acabei de chegar do movimento #forasarney, que aconteceu hoje, pontualmente às 19h, em frente ao Masp. Cerca de 60 pessoas estavam lá, dentre os quais dois dos organizadores da ação em São Paulo, o VJ Felipe Solari e o paraquedista Gui Pádua. É claro que não contei os dezenas de jornalistas e fotógrafos, além de curiosos que não sabiam o que estava acontecendo. Disseram que o Rafinha Bastos estava lá, eu não o vi, mas vi fotos.
Com cartazes, blusas com iscrições que divulgavam o @twpirata (espécie de "comunidade" dos Piratas do Twitter) e gritando palavras de (des) ordem como "Na b... do Sarney" ou "Cadeia pro Sarney" ou ainda o jargão da campanha "Fora Sarney", eles atravessaram a Av. Paulista chamando a atenção de quem passava pelo local.
A campanha, que começou no Twitter como uma brincadeira, ganhou força e foi parar nas ruas. O "#forasarney" que foi tão criticado por jornalistas, blogueiros e twitteiros, não se limitou à web. Conforme declarou Felipe Solari: "sabemos que não temos o poder de tirar ninguém do Senado, mas pelo menos fazemos alguma pressão para que aqueles que podem façam isso por nós. O Twitter é apenas mais uma ferramenta de comunicação que estamos usando". Ele também deixou no ar uma pergunta interessante:"Se somos nós que colocamos os políticos lá, também não deveria estar em nossas mãos o poder de tirá-los?".
Felipe aproveitou o ensejo para dar uma resposta aos críticos de plantão: "Quem tanto nos criticou, deveria estar aqui, ao menos para conferir o resultado do nosso movimento". Já Gui Pádua afirmou que "essa campanha pode ser a primeira de outras que virão. Essa galera de 18 anos não viveu a época do impeachment do Collor. É a oportunidade deles participarem de alguma coisa do tipo, de sentirem o que nós sentimos naquela época". Gui também deixou o seu recado para os críticos da campanha: "são milhares de pessoas acessando o Twitter, então, por quê não usarmos mais esse meio de comunicação?".
O protesto foi pacífico, sem confusão ou repressão policial. O máximo que se viu foi uma viatura da PM que chegava ao local, se anunciando com um breve som de sirene como se quisesse avisar: "estamos de olho em vocês, galera". A gente viu. A gente só não viu uma galera que eu realmente esperava que estivesse lá, como Marcelo Tas, Marco Luque, Pedro Tourinho ... enfim, a galera que tanto divulgou a campanha. Mas tudo bem, confome lembrou Felipe Solari: "Muita gente não veio porque tá trabalhando, gravando, viajando...". Tudo bem, a gente entende!

Zaratustra e o caso do jornalistas sem diploma


Hoje estive em uma discussão interessante no Orkut, na comunidade "Profissão:Jornalista". Um tópico foi criado sob o tema "Jornalistas que apoiam o STF" por um sujeito que se auto-intitula "Zarathustra" e (o pior) "jornalista". Como eu sou da opinião contrária à decisão do STF, quis ouvi-lo, pois acho produtivo para o campo do debate de idéias estar aberta às várias opiniões. Não sou dona da verdade e nem sou intransigente ao ponto de não mudar de posição, uma vez que me provem que estou errada. Pois bem, fiz isso dando uma cutucada, incluindo em meu post o seguinte comentário entre parênteses: "faça jus ao personagem de Nietzsche". Que infeliz idéia! Achei que estava realmente lidando com alguém culto o suficiente para conhecer Nietzsche e seu conhecidíssimo personagem Zarathustra, da obra "Assim Falou Zarathustra". O indivíduo não só não conhecida, como riu da minha citação. Tentei informá-lo mais a respeito, mas foi aí que entendi que ele só conhecia o Zarathustra persa, o Zoroastro, o grande profeta fundador do Madeísmo ou Zoroastrismo, religião adotada oficialmente pelos Aquemênidas.
O pior foi ver outras pessoas tão desinformadas quanto ele, total desconhecedores de Nietzsche, esse maravilhosos filósofo alemão. Jovens que, tal como esse "Zarathustra" virtual, já estão se achando jornalistas, graças à "maravilhosa" decisão do STF. Por aí podemos ter uma idéia do nível que chegará o jornalismo brasileiro. Pessoas totalmente incultas serão os formadores de opinião de amanhã. Vejo tanta gente defender a decisão do Supremo, citando outros países como "exemplo", mas eu os citaria como "maus exemplos", pois foram justamente os EUA e Inglaterra (entre outros da Europa) os grandes incentivadores dos chamados "tablóides sensacionalistas". Foi por lá que houve o primeiro boom de "paparazzi", febre que logo chegou ao Brasil, o país que costuma achar que tudo o que é feito no exterior é melhor. Não sou contra o "jornalista cidadão" ou a participação ativa dos já conhecidos colaboradores. Eles existem e têm que existir mesmo. Não podemos estar em todos os lugares ao mesmo tempo, cobrindo tudo o que acontece no mundo. Mas não basta anunciar um fato, escrever sobre ele pura e cruamente, se apuração detalhada, sem uma averiguação responsável. Isso não é profissional! Mas também não podemos exigir esse tipo de coisa dos colaboradores, pois a função deles é apenas passar a informação, cabe a nós, os profissionais diplomados, essa tarefa.
Essa discussão no Orkut só serviu para fortalecer ainda mais minha opinião. O pior é que perdi o maior tempo com o tópico de um autor que acabou sendo banido pela comunidade. Certamente não foi à toa. Como uma boa jornalista, dei uma conferida no perfil do sujeito, o tal "Zaratustra", e me deparei com algo, no mínimo esquisito. Alguém que se define como "UM SUJEITO PRECONCEITUOSO, FILHO DA PUTA, FRIO, CALCULISTA, MESQUINHO E CRUEL" deve ter algum problema. Confesso que até fiquei com medo. O pior é que ele parece ser formado em Jornalismo mesmo. Olha aí em que tipo de jornalista o STF está se baseando! Vou ter que repetir aqui o que postei no Orkut: Um diploma adquirido com honra e mérito vale ouro. O meu diploma não foi comprado e nem adquirido em uma faculdade qualquer, num curso feito "nas coxas". Fiz por merecê-lo e quero que ele valha o meu sacrifício e o de muita gente boa que está no mercado, correndo atrás de emprego ou para se formar.
É esse o meu desabafo de hoje.
Bjos!
É hoje o #forasarney nas ruas

Hoje é o dia dos twitteiros mostrarem se sua força se estende às ruas. O #forasarney, tão propagado pelos "Piratas do Twitter" e que teve uma repercussão estrondosa, está marcado para hoje nas principais capitais do país e no Distrito Federal. Como estou em Sampa, vou ter que dar uma chegada no Masp para ver no que deu essa algazarra toda. Espero não me decepcionar com a galera. Quero ver lá os rostinhos que tanto fizeram barulho na web. O CQC, por exemplo, se a Band deixar, quero ver lá em peso: Marcelo Tas, Danilo Gentili, Marco Luque, Rafinha Bastos, Felipe Andreoli, entre outros.

terça-feira, junho 30, 2009

Você sofre da "Síndrome de Gabriela"?

Alguém aí deve se lembrar da famosa música de abertura da novela Gabriela, exibida na Globo em 1975, cujo refrão dizia: "Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim, Gabriela. Sempre Gabriela." Do refrão desta música, criei o termo "Síndrome de Gabriela", um mal que, ao meu ver, tem assolado muita gente nos dias de hoje, principalmente mulheres. 
Se fosse uma doença genética, como a maioria das síndromes, poderíamos dizer que essa é caracterizada pela falta de um gene responsável pela capacidade de mudar. O mais interessante é que mudar é o que as mulheres mais gostam de fazer; mas quando se trata de uma mudança interior, então a conversa é outra. É claro que existem as exceções, mas a maioria das pessoas - e aí me refiro a homens também - tem muita dificuldade em se permitir melhorar, repetindo a velha frase feita: "Tem que gostar de mim como sou". Mas e quando acontece de nem mesmo nós nos gostarmos como somos? E se esse "defeito de fabricação" estiver trazendo prejuízos pessoais, emocionais, profissionais e até mesmo de saúde? Será que ainda assim vale o orgulho de continuar repetindo a mesma reza? Há que se lembrar também que "gostar" é uma via de mão dupla em qualquer relacionamento, seja de amizade ou amoroso. Os sentimentos devem ser recíprocos, senão não vale a pena investir nessa relação. Tem que gostar e "ser gostado". Se a pessoa realmente merecer o meu sacrifício de mudar, por que não fazê-lo? Se essa mudança vai nos fazer bem e trazer benefícios pessoais, por que não tentar o esforço? Ninguém é imutável.
Há quem denomine como "personalidade forte" esse misto de comodismo e orgulho. Eu prefiro considerar forte os que conseguem superar seus próprios limites. Não é uma tarefa fácil. Às vezes o motivo de não querer mudar é pura auto-proteção e medo. "E se eu mudar por causa dessa pessoa e ela não retribuir meu sacrifício à altura?". "E se eu mudar e essa relação não der em nada?". Se a sua motivação para mudar for apenas o outro, não mude. Mude primeiro por você. Porque tal mudança lhe fará melhor como pessoa. É claro que quem estiver por perto será beneficiado por sua escolha, mas essa consequência está em segundo plano.
Já que iniciei este texto fazendo referência a uma música, vou terminá-lo da mesma forma, citando Raul Seixas, o maluco-beleza, com o refrão de "Metamorfose Ambulante": "Eu prefiro ser essa metamorfose, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Não tenha vergonha de reconhecer que algo não está bom e se supere, se surpreenda. Caso não consiga essa proeza sozinha, busque ajuda profissional, divina ou em livros. Pelo menos tente, já é alguma coisa. Seja excessão e não regra.
Os "Piratas do Twitter" e sua "Revolução de Sofá"

Não é que os "Piratas do Twitter" conseguiram chamar a atenção com a campanha "#forasarney", no Twitter? Foram notícia no Globo Digital (http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/06/30/celebridades-transformam-fora-sarney-em-febre-no-twitter-756584720.asp), no MSN Entretenimento (http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=20596333), no RG Vogue (http://rgvogue.ig.com.br/gossip/2009/06/30/piratas+do+twitter+7029922.html), são tema da coluna de Maurício Stycer (http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/tag/fora-sarney/) e conseguiram notoriedade até no "What the Trend?" (http://www.whatthetrend.com/trend/%23ForaSarney).
Uma ação, que começou como brincadeira com a criação do hashtag "#chupa", durante o jogo Brasil x EUA (bordão enviado aos montes para o ator americano Ashton Kutcher), ganhou força e chegou à esfera política. Essa é a nova geração, que faz revolução sem sair de casa, a chamada "revolução de sofá". Nada de PM, bomba de efeito moral, empurra-empurra, andar quilômetros, gritos de ordem, cara-pintada... Será?
Viva à Democracia!!!! Viva à Internet!!!
É, me convenceram...

A galera se doeu com as críticas à campanha pirata dos twitteiros famosos, que colocou o hashtag "#forasarney" em segundo lugar no Twitter Trends. Sei que uma dessas críticas foi minha (vide post anterior) e, hoje, lendo o blog do Pedro Neschling, fui convencida de que realmente o Twitter é uma ferramenta a ser utilizada (também) para formar opinião. Um cara que tem 2 milhões de seguidores, como é o caso do ator americano Ashton Kutcher, ou outro que tem mais de 74 mil como é o caso do Bruno Gagliasso, realmente devem fazer alguma diferença quando emitem suas idéias (e ideais).
A campanha #forasarney, segundo Neschling, foi o assunto mais comentado do mundo – batendo inclusive o Michael Jackson. Sério? Bem, leiam mais sobre o assunto no blog de do Pedro Neschling:http://bloglog.globo.com/pedroneschling/
Bjos e #forasarney!!!

"#forasarney" só no Twitter? Vocês têm acesso à mídia, use-a também!
A campanha "#forasarney" no Twitter está bombando. A galera está tão obcecada que não se fala mais de outra coisa. Assim tá chato. É legal a iniciativa, mas não basta ficar apenas "twitando" isso. Celebridades como Marcos Mion, Bruno Gagliasso, "O Impostor" do Pânico, Júnior Lima, entre outros, só postam isso. Que tal usar a mídia, a qual vocês têm acesso e tornar público esse desejo - que é de todo o país? Como formadores de opinião e com os milhares de fãs que vocês têm, certamente iam influenciar muita gente. É isso aí! E #forasarney!!!!!

segunda-feira, junho 29, 2009



Rio se prepara
para receber os gringos
para a Copa de 2014
e as Olimpíadas 2016...
Diploma de jornalista:
"Vc não vale nada mas eu gosto de vc..."


Só faltava essa: o STF acabou com a obrigatoriedade do diploma de jornalista. Se já pagavam mal pela minha profissão, agora é que o negócio vai ficar feio mesmo. O pior é ouvir um pessoal desinformado dizer que "não é preciso técnica para ser jornalista" ou que "qualquer um pode ser jornalista". Meu Deus!!! Esse pessoal não sabe mesmo do que se trata cursar 4 anos de Comunicação Social (que abrange Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas). Vamos ter fé agora no Senado que está trabalhando para mudar esse absurdo. Enquanto isso, em homenagem ao nosso querido e tão suado diploma, fica a música: "...Você não vale nada mas eu gosto de vc...Tudo o que eu queria era saber por quê..."
Michael não morreu!


Michael Jackson morreu!!!! Todo mundo (o mundo mesmo) já sabe. Mas a minha ficha ainda não caiu. Sei que ele era tão problemático - uma criança que teve que ser adulta e um adulto que se tornou criança -, tão controverso, tão enigmático, mas um artista completo. Cantava e dançava maravilhosamente... Mas dizem que mitos não morrem não é? Vide Elvis, Marilyn, Lennon... Esse vai pra lista dos imortais. Será mais um pra dizer que "não morreu".

domingo, outubro 27, 2002

Lula presidente: um case de sucesso para Duda Mendonça ou um case de sucesso para o Brasil?


Lula, enfim, conseguiu o que queria: é presidente do Brasil. Me passou pela cabeça uma hipótese: teria ele ganhado porque já não agüentavam mais vê-lo candidato? O cara bateu o recorde de candidatura à presidência: quatro. Ganhou o povo e os poderosos pelo cansaço. Alguém deve ter dito: “Deixa ele ser presidente.” E assim foi feito.
Vejam que tudo desta vez sinalizava para uma vitória de Lula, a começar pela Globo que, pela primeira vez, foi imparcial. A Veja até que tentou embaçar a campanha do “Lulinha Paz e Amor”, mas perdeu para o restante da chamada “grande imprensa”, que sutilmente mostrava uma queda pelo candidato petista. Até a data da votação do segundo turno, que sempre foi no dia 15 de novembro, dia da proclamação da República, desta vez coincidiu cair justamente no dia do aniversário do Lula. Essa coincidência me fez até viajar na idéia de uma possível conspiração pró-Lula.
Mas um nome foi crucial para concretização do slogan “Agora é Lula”: Duda Mendonça. Esse mago do marketing político mostrou que ele, sim, e não a Globo, é capaz de colocar qualquer um na presidência. De Collor à Lula. Ele até que poderia ter sido o candidato no lugar do "Lula, Lá". Ninguém ia perceber a diferença. Os nomes são parecidos e ambos são barbudos, baixinhos e gordinhos. Só precisaria mudar uma letra: o "d" pelo "l", senão o jingle iria ficar estranho. “Duda dá” soaria mal. Mas nosso presidente agora é o Lulinha. E o que nos resta, agora, é torcer para que ele saiba bem o que fazer quando estiver lá. Tomara que a presidência, para ele, não seja uma espécie de presente de aniversário ou simplesmente um sonho conquistado ou mesmo uma vitória pessoal. Espero, como cidadã, que ele tenha consciência de sua posição. Espero que não tenha sido apenas mais um case de sucesso para o Sr. Duda Mendonça, mas um case de sucesso para o Brasil.

sábado, outubro 26, 2002

Ó eu!!!
Aqui estou eu. Mais uma blogueira de plantão para escrever um monte de baboseira para quem não tem o que fazer e fica navegando pelos bloggeres. Brincadeirinha.

sexta-feira, outubro 25, 2002

Tô na área!!
Breve... Depois que eu lembrar o que eu já escrevi e já perdi tentando aprender a usar o blogger... coisas! (Parece até o meu Marido falando.)