domingo, outubro 23, 2016

Lauro Jardim, o mesmo que publicou nota falsa sobre Wagner Moura, entra no ataque contra Crivella

Hoje, me deparo com uma matéria, publicada na coluna de Lauro Jardim, de O Globo, contra Crivella, onde o acusa de estar envolvido na Lava Jato. As acusações teriam base em trechos de uma delação feita por Renato Duque, ex diretor de Serviços da Petrobras, que ainda nem vieram a público, mas que o jornalista já conhece o teor (???) nos mínimos detalhes.
Se o candidato do PRB conseguiu se desviar da "rajada de tiros" da semana, fechada com uma "granada" lançada por Veja, não sei se conseguirá sobreviver a esta, que a equipe de campanha de marketing de Freixo já chama de “Bomba Tsar”, a bomba atômica mais potente do mundo criada por cientistas soviéticos e convertida em símbolo da Guerra Fria.
A assessoria de Crivella nega que ele tenha tido banners pagos pelo petrolão. Disse que Crivella nunca pediu ajuda de campanha a Duque e tampouco conhece Cortegoso.
Sinceramente? Não sei. Pode até ser verdade, mas mantenho meu apoio a ele e vou contra a entrada de Freixo na Prefeitura do Rio até o fim.
Fato importante sobre Lauro Jardim: é o mesmo colunista que, semana passada, publicou nota falsa sobre "a recusa" do ator Wagner Moura para viver o juiz Sérgio Moro numa série do Netflix, sendo que o ator sequer foi convidado para interpretar o papel. Depois, publicou um nota retificando o erro, mas aí, já era tarde demais. mesmo com Moura vindo a público desmentir a notícia mentirosa, até hoje o boato circula por aí comos endo verdade.
Lembro, agora, do post de um amigo jornalista e escritor, que trouxe o seguinte fato histórico para justificar seu apoio à Crivella:
"Winston Churchill - político conservador e estadista britânico, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial - ao ser questionado pela imprensa por seu apoio a Stalin, durante a invasão das tropas de Hitler à Rússia. Ele declarou o seguinte:
'Se eu soubesse que Hitler invadiria o inferno, declaria apoio aos demônios".
Bem, a declaração de Churchil é forte para ouvidos cristãos e eu não chegaria a tanto. Mas preferiria apoiar qualquer outro candidato que possamos tirar depois, do que a Freixo ou outro equerdopata qualquer que tenda a querer ter "mandato vitalício".

A matéria fala de uma suposta delação que nem se tornou pública ainda, mas que ele já conheceria o teor.

O ator Wagner Moura foi a sua mais recente vítima

sábado, outubro 22, 2016

Qualquer semelhança é mera coincidência...

Martin Luther King, pastor protestante, perseguido político e vítima de preconceito nos EUA.
Só isso. As semelhanças ficam por sua conta.


Novas relevações surpreendentes contra Crivella

Depois do jornal O Globo revelar trechos de um livro escrito pelo então pastor Marcelo Crivella, em 1997 (reeditado em 2002) e a revista Veja surpreender com a notícia "bombástica" que o candidato do PRB já foi detido por UMA NOITE INTEEEEIRA por ter discutido com um delegado que se recusava a tomar providências contra invasores que não queriam sair do canteiro de obras onde era o engenheiro responsável.... Eis a mais nova revelação...
Depois dessa, a próxima manchete será: "Esquerda do Rio admite que a mídia não é mais golpista e aceita filiação de jornalistas da Globo e da Veja ao PSOL ".


sexta-feira, outubro 21, 2016

Freixo é condenado pelo TRE por montagem mentirosa e Crivella ganha direito de resposta

O candidato à prefeitura do Rio Marcelo Crivella (PRB) ganhou na Justiça, na noite desta quinta-feira (20), direito de resposta contra Marcelo Freixo (PSOL) pela veiculação de um vídeo com uma montagem que denegria a imagem do senador.
O juiz Marcello Rubioli determinou que Freixo suspendesse a inserção na TV em que usa trechos editados de Crivella pregando em um culto religioso. Determinou ainda a concessão de direito de resposta em quatro blocos, com 30 segundos cada.
"O Freixo editou uma fita mentirosa tentando convencer as pessoas que eu abusava da palavra de Deus para fazer as pessoas doarem dinheiro. Ele mentiu, por isso foi condenado e perdeu tempo de TV para nós", disse Crivella, em um vídeo postado na sua página no Facebook.
Na sua decisão, Rubioli classificou como "odiosa" a campanha difamatória no segundo turno e que a postura de Freixo foi "lamentável".
"A transcrição e reprodução da mídia demonstram ter sido reproduzida com informação inverídica, esta utilizada com propaganda negativa. Aliás, conduta odiosa que tem sido a tônica da propaganda do segundo turno".
De acordo com o TRE, a equipe jurídica de Freixo perdeu o prazo para apresentar defesa da acusação.




Leia mais: Jornal Extra

Freixo e suas parcerias "por debaixo dos panos" com PT e PMDB.

Ele diz que não se alia a corruptos e quer distância do PMDB. Criticou ferrenhamente o apoio que Crivella aceitou receber dos vereados pmdbistas eleitos no Rio, aliando sua imagem a de figuras nada bem quistas no RJ, como Pezão, Cabral e Cunha.
O sujeito em questão é Marcelo Freixo, aquele que:
- Aceita apoio do PT, mas não quer ter seu nome vinculado ao maior corrupto do país: Luís Inácio Lula da Silva (Tipo aceitar ser católico sem reconhecer a autoridade do Papa).
- Que chama o PMDB de Eduardo Paes de "golpista, mas recebe apoio do futuro "ex" prefeito do Rio e do governador Pezão na surdina e usa a mesma equipe de marketing do partido "rival";
- Que usa vídeo de filha de miliciano contra Crivella - que mais parece que foi feito com a intenção de prejudicar o adversário do que apoiar - e que ainda lhe garante a simpatia do tráfico local, concorrente direto dos milicianos;
- Que nega apoiar Black Blocs, mas ajuda financeira e juridicamente o grupo, através da ativista Elisa Quadros, vulga "Sininho", presa em 2014 após a morte do cinegrafista da Band, provocada por seu grupo anarquista.

E aí? Dá pra acreditar em Freixo?



A ele, dedico esta canção, de Ney Matogrosso, cuja letra se encaixa como uma luva à sua pessoa.



Por debaixo dos Panos

O que a gente faz                                                   
É por debaixo dos pano
Prá ninguém saber
É por debaixo dos pano
Se eu ganho mais
É por debaixo dos pano
Ou se vou perder
É por debaixo dos pano...(2x)

É debaixo dos pano
Que a gente não tem medo
Pode guardar segredo
De tudo que se vê
É debaixo dos pano
Que a gente fala do fulano
E diz o que convém...

É debaixo dos pano
Que eu me afogo
Que eu me dano
Sem perder o bem...(2x)

O que a gente faz
É por debaixo dos pano
Prá ninguém saber
É por debaixo dos pano
Se eu ganho mais
É por debaixo dos pano
Ou se vou perder
É por debaixo dos pano...(2x)

É debaixo dos pano
Que a gente esconde tudo
E não se fica mudo
E tudo quer fazer
É debaixo dos pano
Que a gente comete um engano
Sem ninguém saber...

É debaixo dos pano
Que a gente
Entra pelo cano
Sem ninguém ver...(2x)

Freixo dá o tom violento na campanha e Crivella responde. Nesta "guerra" todos perdem.


Achei que neste segundo turno nas eleições municipais do Rio de Janeiro não precisaria me pronunciar. Não acreditei que o Rio fosse tão pouco inteligente para colocar um candidato de esquerda no segundo turno. Mas foi. Tudo bem. Assim é a democracia. Mesmo com tantas opções melhores, 18% dos eleitores cariocas quiseram Marcelo Freixo no segundo turno, aceitemos. Mas, ainda assim, cheguei à ingenuidade de acreditar que o candidato do PSOL cumpriria sua parte no acordo verbal (quem tem palavra não precisa assinar documento) de que deixaria a campanha no campo das ideias, das propostas, sem "baixarias", sem ataques gratuitos e pessoais.
Assim foi, apenas no primeiro debate, na Band. É claro que não é da natureza da esquerda não fazer o jogo baixo da política, partir para o ataque pessoal, mentir e repetir a mentira à exaustão até que se torne "verdade", tal como ensinou o mestre deles da propaganda: o nazista Joseph Goebbles.
A primeira semana foi dedicada à ligar a imagem de Crivella à de Garotinho e fazer o eleitor acreditar que o candidato do PRB governaria para a Igreja Universal. O ataque não deu muito certo. Aliás, surtiu efeito contrário e retornou em forma de queda nas pesquisas para Freixo. Mas os radicais psolistas não desistiram.
Na segunda semana, mesmo com Crivella assinando um documento, à pedido de Índio da Costa (sua condição para dar apoio ao candidato), declarando que nem Garotinho e nem a Universal teriam influência em seu governo, a equipe de Freixo manteve a mesma "ladainha" e foi mais longe. Resolveram vasculhar obras literárias antigas do senador do PRB, da época em que ainda era pastor da Universal e tinha uma forma "fanática" de pensar, conforme ele mesmo afirma. Com a ajuda do jornal O Globo, que circula na cidade do Rio, os pesquisadores "freixistas" encontraram trechos nos livros onde ele ofendia as religiões católica e afro e a homossexualidade. Não adiantou Crivella reconhecer que errou, que foi intransigente e que, após sofrer com esta mesma intransigência, mudou sua forma de pensar e agir com a diversidade religiosa e sexual. Mas Freixo só aceita mudança se ela acontece em bandido. E, mais uma vez, o ataque "saiu pela culatra". As pesquisas mantinham o psolista lá em baixo e Crivella nas "cabeças".
No entanto, o resultado negativo no modo agressivo de fazer campanha política não foi suficiente para que o candidato do PSOL e sua turma mudassem o tom do discurso de ódio. Se mantiveram apertando a mesma tecla: Garotinho, Universal e o passado religioso de Crivella. E acrescentaram mais um factoide: uma "parceria" imaginária de Crivella com a milícia da Zona Oeste. Tudo por que a filha de um político de Campo Grande acusado de ser miliciano, Carminha Jerominho, decidiu fazer um vídeo onde declara apoio a Crivella. Só me pergunto uma coisa: o vídeo foi feito para apoiar ou para prejudicar a campanha do senador?
É claro que o candidato do PRB desistiu de ficar apenas na defesa e decidiu partir para o ataque também. Afinal, quem o critica tem "telhado de vidro", mas, talvez, acreditasse que o senador, diferente dele, manteria a palavra de não atacar. Só que, uma vez quebrado o acordo por uma das partes, a outra estava, automaticamente, liberada de qualquer compromisso. Foi aí que a imagem do Freixo "paz e amor" começou a ser desmontada (se bem que, a própria campanha já demonstrava isso claramente. E o eleitor entendeu). A equipe de Crivella começou a exibir na TV quem seriam os verdadeiros parceiros de Freixo: black blocs, traficantes, militantes fundamentalistas que desejam "a morte da direita", conforme um professor da UERJ declara em um evento do PC do B, partido que apoia e compartilha da mesma ideologia do PSOL.
A guerra está declarada! Não precisava ser assim, mas foi o tom que Freixo escolheu dar. Vamos ver até onde vai esse fogo cruzado. Só quem perde é o cidadão que preferiria debater propostas de governo.

quinta-feira, outubro 20, 2016

Será que o policial federal vai fazer protesto estilo "Mariana Godoy"?



Não é irônico que no mesmo dia que Mariana Godoy viraliza na internet por conta de seu "gesto protesto" contra o elogio inocente do candidato Marcelo Crivella, à sua beleza, por considerá-lo "machista"; um outro personagem ganhe repercusão nas redes sociais justamente por conta da sua estética? Mas, desta vez, o alvo foi um homem, policial federal, que em vez de ser elogiado por seu trabalho (estava conduzindo o deputado corrupto Eduardo Cunha à prisão), foi visto como um "objeto sexual". A vítima do "feminismo"? Lucas Valença, que já foi apelidade de "Lenhador da Federal" (sic). Ele teve seu perfil nas redes sociais invadido e logo se tornou manchete dos mesmos jornais que criticaram Crivella por seu "machismo".
É claro que não acho que o policial foi vítima de nenhum feminismo e, muito menos, que não possa ser elogiado. Mas, convenhamos, a invasão à sua privacidade por parte da imprensa foi abusiva e hipócrita.
Será que não caberia um protesto "à la Godoy", com o rapaz fazendo um aceno "gogo boy" (se é que existe), só pra dar o recado aos incorretos fiscais do "politicamente correto"?

Moro rejeita ser vivido por Frota: "Não aceito ser interpretado por mau caráter"

Não. A Frase não foi dita e Moro nem sequer se mete no projeto de Zé Padilha para o Netflix, mas diante de uma petição, onde 2 mil pessoas pediram o bombado Alexandre Frota para viver o juiz da Lava Jato na série, a gente até dá uma forcinha, aproveitando a polêmica criada com Wagner Moura.
Brincadeira! Nem conheço o ator para falar do caráter dele, mas, na minha opinião, ele não se encaixa no personagem. Nãi tem "química".
Tenho aqui pra mim que o diretor já tem o ator escolhido, mas vai guardar a supresa para a estréia. Ou até que algum paparazzi vaze o segredo.

Quem voê indicaria para o papel? Não vale Rodrigo Lombardi. Este jaá viverá o juiz da República de Curitiba no filme "Polícia Federal: a lei é para todos", produzido por Tomislav Blazic.



Da série: "A obsessão de Dilma"


O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira, 20, o último recurso da defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pedindo a anulação do impeachment. Último? Em se tratando de Dilma, não consigo acreditar que seja. Este já é o segundo recurso negado no Supremo. De repente, o terceiro ela envie à ONU; o quarto ao Papa; o quinto... bem, vamos acompanhar este novelão.


2016...


                                            ... 3094...



Oposição ou apenas "do contra"?



PT, PC do B, Rede e PSOL dão o tom da ala opositora ao governo Temer, no Congresso. E do lado de fora, quem ecoa a posição da oposição é a militância desses partidos, que integra os chamados "movimentos sociais" e "estudantis". É com esses grupos que a esquerda brasileira conta para realizar seus protestos, "ocupações" e movimentos "do contra". A ordem, agora que o governo não está nas mãos de nenhuma das legendas citadas, é ser contra tudo, tudo mesmo. Qualquer coisa que venha da sala do presidente "golpista" deve ser vetado pelos parlamentares e pelos manifestantes que estão à serviço desses políticos. Então, desde que Michel Temer sentou na cadeira presidencial, já tivemos:

- Ocupa MinC - contra a fusão dos Ministérios da Educação e Cultura, no intuito de enxugar oorçamento.
- Não à PEC 241 - Medida que cria um teto de gastos, por um período de 20 anos, inicialmente, para os governadores, impedindo abusos orçamentários irresponsáveis.
- Não à Reforma Educacional do Ensino Médio - proposta que visa melhorar a Educação, com medidas semelhantes às já adotadas em países com referência "top" no setor.
- Não à provação da liberação de 1,1 bilhão à Educação (???) - dispensa maiores explicações.
- Não à aprovação de R$ 702,5 milhões em crédito para o Fies (???) - sem comentários

Desses movimentos, com qual você se identifica? Se você disse com os 3 primeiros, e me der argumentos plausíveis, vou entender. Mas se na sua lista estão os 2 últimos, só me resta perguntar: você tem algum problema pessoal contra o Brasil? Oposição não significa ser contrário a qualquer coisa, irracional e irresponsavelmente, só para prejudicar o governo que não se alinha com sua ideologia partidária. Uma oposição inteligente ao menos avalia os prós e contras, pesa na balança e se posiciona, sempre pensando no melhor para o país. Afinal, é para isso que a população escolhe representantes para estar no Congresso votando por ela. Não escolhemos ninguém para defender seu partido, mas para defender nossos interesses.
Talvez seja o momento dos jovens começarem a pensar por si mesmos. Militem, mas a favor de si mesmos. Dizer que é rebelde, irreverente e subversivo, mas dizer "amém" a todas as determinações dos partidos sem sequer questionar, é o maio "mico". Vai por mim.

quarta-feira, outubro 19, 2016

Escola estadual do RJ faz campanha para levar teatro de graça aos alunos. Você pode ajudar!

Já que os governantes não se mexem para levar cultura aos jovens menos favorecidos, uma professora de uma escola estadual do Rio de Janeiro decidiu arregaçar as mangas e levar teatro, de graça, aos alunos desta instituição, iniciando uma campanha, por iniciativa própria, e com apoio da direção. A escola em questão é o Olga Benário Prestes, em Bonsucesso, zona norte do Rio. Uma das poucas do Estado do RJ a conseguir ser referência em ensino, mesmo com a crise financeira atingindo em cheio o setor educacional.
Tudo começou depois que o grupo de teatro que apresenta a peça "Suspiro Colegial" ofereceu desconto de 50% no valor das entradas para esta mesma escola. Os alunos compareceram em peso e adoraram a experiência. Vendo a empolgação da garotada, a professora de Inglês, Angélica Santiago, conversou com a diretora, Vanesa (com um "s" só mesmo) Costa da Cruz, e, com o apoio dos alunos, iniciaram uma campanha nas redes sociais. Em princípio, a ideia era pedir patrocínio financeiro para poder pagar o cachê dos grupos teatrais para que se apresentassem na escola.



Já tinham até um grupo em vista, que estava cobrando R$ 1000 para fazer 3 apresentações para os mais de 2 mil alunos. O preço "camarada" era porque se tratava de uma escola pública, pois o valor costuma ser bem mais alto. Infelizmente, nada de verba, mas a sede por cultura desta galera despertou um outro grupo teatral que decidiu abraçar a causa e doar as apresentações aos alunos. Na verdade, é uma esquete teatral chamada "Se Joga #SQN", com texto e direção de Rodrigo Sheer, Flávia Veiga e Raphael Monteiro no elenco, que trata de temas como bullying, sexo, drogas, família, regras, relacionamentos, entre outras questões do dia-a-dia dos adolescentes. Essa primeira conquista cultural acontece dia 24 de outubro, às 15h, na própria escola, gratuitamente, claro!



A escola também está com outra cia teatral na "agulha", que se ofereceu para integrar essa "corrente do bem", mas só será possível a ida deles até lá se os organizadores da campanha conseguirem uma caminhonete para levar os itens do cenário até o local. Interessados em ajudar, enviar e-mail para Angélica: luidghy@gmail.com.
É tudo muito novo, o projeto está amadurecendo e ganhando adeptos, mas tem tudo pra dar certo. Vamos apoiar essa ideia!
#CulturaNaEscola
#InclusãoCultural

Imagem do dia



Deu "bug" na cabeça dos petistas

E quem dizia que era "golpe" faz o que?
Comemora a prisão do Cunha?
E a alcunha
de "golpista" dada a Moro vira pó?
Não pode ser,
o cérebro começa a aquecer
Essa prisão parece que vai dar um nó
Na cabeça de quem tem um neurônio só

O petista que fala em perseguição
E acredita não haver corrupção,
Nem mensalão ou Petroláo lá no PT
Por que tinha que ser o Moro a prender?
Sem o Cunha solto para eu defender
meus argumentos, e agora, o que vai ser?

Eu vou pirar.
Minha cabeça não consegue assimilar
Que Moro seja essa espécie de herói
Só em pensar, o crânio dói
Acho que preciso de uma ajuda
Façam um favor, prendam o Lula...



Freixo já considerou Crivella um bom candidato

E não é que, um dia, Marcelo Freixo apoiou Crivella para governar o Rio?! Sim, falo do mesmo cara que, hoje, bombardeia a mesma pessoa, por ser seu adversário político. Isto foi em 2014, no segundo turno. Naquela época, parece que Freixo não achava tudo o que acha, atualmente, sobre o candidato do PRB.
A declaração de apoio, feito a um site de notícias, foi em caráter pessoal, inclusive, à revelia do partido.
É, Freixo, mudar de opinião ou repensar posições não é o problema. O problema é achar que só você tem este direito.

Jornalista da Rede TV responde de forma irônica e grosseira gentileza de candidato

O gestinho irônio, grosseiro e sutil que repercutiu muito mal

Preciso entender melhor este mundo de hoje. Este mundo cheio de regras "politicamente corretas" onde o feminismo dita como homens e mulheres devem ser e se comportar. Existem algumas palavras que se tornaram "heresias" neste mundo regrado. Mulheres "belas, recatadas e do lar" não chegam a ser "apedrejadas em praça pública", como muçulmanas são em alguns países fundamentalistas, por serem "infiéis" a algumas leis. Mas são "apedrejadas" virtualmente por não serem "como deveriam", segundo ditam as feministas.
Homens que elogiam a beleza de uma mulher, sem segundas intenções não chegam a levar chibatadas ou perder algum membro do corpo por desobedecer o alcorão, mas são "fuzilados" por formadores de opinião esquerdistas que consideram isso um ato tremendamente "machista".
Foi exatamente o que aconteceu com o candidato Marcelo Crivella, ontem, após o debate na Rede TV. Após suas considerações finais, onde elogiou a beleza das apresentadoras, a jornalista Mariana Godoy, num gesto sutil, finalizou com o tradicional "aceno de miss". O resultado disso se deu hoje e não foi nada sutil. A mesma imprensa que tem dado munição à Marcelo Freixo em seu ataque sem trégua ao adversário político, foi a que repercutiu o "protesto velado" de Mariana.
Parcialidade nas entrevistas é próprio de Mariana. Se não gosta da pessoa, deixa isto bem claro para o entrevistado. Mas, ontem, como se tratava de um debate, onde deveria mediar com imparcialidade, adotou a "grosseria oculta" e foi anti-ética, ao prejudicar um candidato e beneficiar outro com sua "brincadeira", segundo justificou.
O pior é que nem mesmo Crivella percebeu. Tanto que, imediatamente após o encerramento do debate, foi lá, gentil e inocentemente, cumprimentá-la. Coisa que o "nada machista" e "politicamente correto" Freixo não fez. Parece que este negócio de gentileza não soa muito bem neste mundo esquerdista.
No final, ficou feio para Mariana, que demonstrou falta de profissionalismo, indelicadeza com o convidado e clara tendência a um dos candidatos que, claro, não era Crivella.

Moro manda prender Cunha


O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso nesta quarta-feira (19), em Brasília, segundo a Globo News. A previsão da Polícia Federal (PF) é a de que Cunha chegue a Curitiba no fim desta tarde. A prisão dele é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado.
A decisão foi tomada no processo em que Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Na segunda-feira (17), Moro intimou Cunha e deu 10 dias para que os advogados protocolassem defesa prévia.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em liberdade, Cunha representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla nacionalidade – Cunha tem passaporte italiano.

Fonte: Globo.com

Notícia sobre ator chamar Moro de "mau caráter" é falsa! Mas e sobre recusar o papel?


Uma nota publicada na coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, no dia 16 de outubro, seguida de uma tuitada do humorista (atual cineasta) Rafinha Bastos, bastou para que a notícia de que o ator Wagner Moura não apenas recusou interpretar Sérgio Moro no cinema, como também teria chamado o juiz da Lava Jato de "mau caráter", viralizasse na internet. A informação repercutiu nas redes sociais e nos blogs, inclusive neste. Sim, acreditei na informação. Primeiro porque já havia lido na coluna de um jornal que pertence ao mesmo grupo onde o ator em questão trabalha e, segundo, porque achei verossímil que Moura tivesse declarado tal sandice. 



Moura defende a esquerda brasileira.
Moura considera a Lava Jato parte de um "golpe" contra o PT.
Moura, segundo Jardim, havia recusado o papel.
Ora, daí a acreditar que Moura acha Moro um "mau caráter" não estaria longe. Concordam? No entanto o contexto onde foi colocada a suposta opinião é que realmente ficou muito fora de contexto. Como assim "não interpretaria um mau caráter" sendo que acabou de fazer sucesso como Pablo Escobar? Isto não batia, mas o que esperar de alguém que acha que o socialismo bolivariano faz bem ao Brasil?
Diante de tamanha repercussão, Wagner Moura se pronunciou, afirmando que nem sequer havia sido convidado a fazer o papel. Declaração esta confirmada pelo diretor da série sobre a Lava Jato, José Padilha.
Acredito mesmo que a frase não tenha sido dita pelo artista, mas, sinceramente, continuo em dúvida sobre ele não ter recusado mesmo o papel. E, neste caso, até entenderia: primeiro, por suas posições políticas e, segundo, por estar na lista de beneficiados irregularmente com a Lei Rouanet. O caso está rendendo uma CPI e é investigada pela Polícia Federal na "Operação Boca Livre", cujo juiz responsável é nada menos que Sérgio Moro.
Sendo assim, fica o dito pelo não dito (ou o convite pelo "desconvite").
A decepção com o ator permanece, mas por motivos outros que não o profissional. Menos mal.


Fundir secretarias, pode; mas ministérios, não? Como é isso, Freixo?



Ontem, vendo o debate dos candidatos a prefeito, na Rede TV, fui surpeendida com a mudança de planos de Marcelo Freixo. O que antes seria a "criação de novas secretarias" em sua proposta de governo, se transformou em "fundir secretarias, criando uma nova".
E por que a nova interpretação da proposta me surpreendeu? Por que não me soou normal queFreixo queira unir secretarias, para enxugar os gastos do município?
Porque era exatamente isso que Temer queria fazer unindo os Ministérios da Educação e Cultura, entre outros, mas que a turma da esquerda, e próprio Freixo foi contra.
Então quer dizer que uma solução que é boa para o município do Rio não seria para o governo federal? Queria entender a lógica do candidato.

Freixo apoiou e participou do movimento contrário à fusão do MinC ao Ministério da Educação

Freixo está mais pra "Romero" ou pra "Fraga"?

A história que contam é que o personagem "Diogo Fraga", do filme Tropa de Elite, foi inspirado no deputado, hoje candidato a prefeito do Rio, Marcelo Freixo. O filme foi sucesso e teve desdobramentos, rendendo mais 2 filmes, e, é claro, ser comparado a um personagem político carismático, defensor dos fracos e oprimidos e bem intencionado, é tudo o que um parlamentar com intenções de fazer carreira políica deseja para o currículo.
Mas será que alguém já parou para comparar Freixo com um outro personagem, também de uma obra de grande sucesso, só que na TV, cuja história se assemelha, em muitos pontos, com a do candidato do PSOL? Falo de "Romero Rômulo", vivido pelo ator Alexandre Nero, na novela "A Regra do Jogo", de João Emanuel Carneiro. Alguém lembra? Imagino que se o autor fosse questionado sobre a inspiração, negaria. Também tenho plena certeza de que o próprio Freixo rechaçaria a comparação. Imagine ele, que é "vendido" por sua equipe de marketing como "homem altruísta", lembrar alguém tão mau caráter? Só para recordar, "Romero Rômulo" fez sua trajetória na trama com as seguintes características:

1) presidia uma ONG (de fachada) cujo objetivo era ressocializar bandidos;
2) se dizia socialista, mantinha uma aparência desapegada do luxo, mas amava usufruir das benesses do capitalismo;
3) era ferrenho "defensor" dos Direitos Humanos,
4) era de origem humilde e usava esta informação para ganhar a simpatia dos pobres e ter acesso às comunidade, com seu discurso de "justiça social";
5) Era carismático e muito midiático, amigo da imprensa, classe artística e simpatizantes de sua "causa";
5) Tudo o que fazia tinha uma única intenção: crescer dentro da facção e fazer carreira política,

Você viu alguma semelhança entre o candidato do PSOL e Romero Rômulo? Nem eu. Imagine!
E se alguém me perguntar, afirmo e bato pé que "a novela foi apenas uma obra de ficção e que comparar o chefe da facção, vivido por Zé de Abreu, à Lula, ou a "mãe" da facção (não lembro nome da atriz) à Dilma, ou a figura metafórica do bandidão Zé Maria às milícias, ou mesmo o defensor dos Direitos Humanos que queria fazer carreira política no Rio à Freixo; seria como crer que a novela foi inspirada na trajetória da esquerda brasileira, que nem organização criminosa é".

Concorda? kkkkkkkkkkkk







terça-feira, outubro 18, 2016

Uma decepção chamada Wagner Moura


Update: acabei de ter acesso à informação que a notícia pode ser boato. Então, sugiro que nem leiam o texto abaixo, vá direto para o outro, atualizado: Aqui

Wagner Moura é um daqueles casos de decepção artística que só quem é fã sabe. O ator, por quem sempre tive admiração, por ter feito trabalhos maravilhosos na TV e no cinema, há algum tempo vem "pisando na bola" comigo e com um monte de gente. Primeiro foi contra o impeachment, quando a maior parte do Brasil gritava "Fora Dilma". Foi ali que descobri a tendência política do ator. Ferrenho defensor do PT, chegou a gravar vídeos apoiando a candidatura da "presidenta" e, depois, defendendo o indefensável Lula. Agora, apoia quem, no Rio? Freixo!
Isto tudo já seria suficiente para deixar de ser fã do cara. Mas aí o bom senso me cobra: "é preciso separar a ideologia política do lado artístico do cara". Ok! Conselho ouvido. Mas aí, Moura apronta mais uma, justamente misturando partidarismo e profissionalismo. Rejeita fazer o papel do juiz Sérgio Moro num filme que está sendo produzido sobre a Lava Jato.
E não bastou rejeitar: Wagner Moura "bostejou" o seguinte, para argumentar a rejeição ao papel: "não interpreto mal caráter!" Oi? Disse o cara que fez Pablo Escobar, narcotraficante que conquistou fama mundial como "o senhor da droga colombiano", tornando-se um dos homens mais ricos do mundo graças ao tráfico de cocaína nos Estados Unidos e outros países. 
Bem, agora não tem mais jeito. A "carteirinha de fã de Wagner Moura" vai para o lixo. Agora entendo que o problema de Wagner não é apenas político ou ideológico, mas de inversão de valores mesmo. 
Sinto muito, Wagner, mas não dá pra admirar quem admira mau-caráter.






Freixo: um candidato cheio de contradições

Freixo é aquele tipo de candidato que quem não conhece "compra" como sendo o cara mais humano e "da paz" do mundo.
Fala em "respeito às religiões", mas faz parte de um partido antissemita, cujo candidato que apoia queimou bandeira de Israel num claro gesto de ódio aos judeus.
Fala em "tratar todos com igualdade", mas nunca o ouvi falar sobre o respeito às ideologias políticas diferentes da dele.
Fala em democracia, mas defende o ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua ideologia política bolivariana (a mesma seguida pela esquerda no Brasil), que prende e mata opositores e cidadãos que se oponham ao seu governo.
Fala em um Rio "sem armas", onde pretende tratar da violência com muita "iluminação pública", mas não é bem este o comportamento de seus "meninos", os violentos black blocs, conhecidos por vandalizarem patrimônios públicos e privados em manifestações, inclusive aqui no Rio, onde levaram à morte o cinegrafista da Band, Santiago Andrade. Freixo não só defendeu a barbárie do grupo durante os "protestos", como defendeu os responsáveis pelo falecimento do rapaz.
Diz que não se alia a corruptos, mas foi contra o impeachment de Dilma e continua defendendo o PT, ao não reconhecer os crimes de corrupção pelos quais o Partido de Lula e Dilma respondem, tratando o novo governo brasileiro de "golpista". Aliás, governo este com o qual não pretende ter diálogo durante sua gestão, caso seja eleito. É com o apoio deste partido, que virou sinônimo de corrupção no Brasil, que Freixo concorre à prefeitira do Rio.
Ele também diz que não quer saber do apoio do PMDB e até criticou Crivella por aceitar a ajuda de vereadores da legenda, aqui no Rio, mas, nos bastidores, Eduado Paes, que é do PMDB, declara apoio à Freixo.
Gostaria de poder entender tantas contradições concentradas em um único candidato.


O candidato de Freixo, do PSOL, odeia judeus