quarta-feira, outubro 19, 2016
Imagem do dia
Deu "bug" na cabeça dos petistas
E quem dizia que era "golpe" faz o que?
Comemora a prisão do Cunha?
E a alcunha
de "golpista" dada a Moro vira pó?
Não pode ser,
o cérebro começa a aquecer
Essa prisão parece que vai dar um nó
Na cabeça de quem tem um neurônio só
O petista que fala em perseguição
E acredita não haver corrupção,
Nem mensalão ou Petroláo lá no PT
Por que tinha que ser o Moro a prender?
Sem o Cunha solto para eu defender
meus argumentos, e agora, o que vai ser?
Eu vou pirar.
Minha cabeça não consegue assimilar
Que Moro seja essa espécie de herói
Só em pensar, o crânio dói
Acho que preciso de uma ajuda
Façam um favor, prendam o Lula...
Freixo já considerou Crivella um bom candidato
E não é que, um dia, Marcelo Freixo apoiou Crivella para governar o Rio?! Sim, falo do mesmo cara que, hoje, bombardeia a mesma pessoa, por ser seu adversário político. Isto foi em 2014, no segundo turno. Naquela época, parece que Freixo não achava tudo o que acha, atualmente, sobre o candidato do PRB.
A declaração de apoio, feito a um site de notícias, foi em caráter pessoal, inclusive, à revelia do partido.
É, Freixo, mudar de opinião ou repensar posições não é o problema. O problema é achar que só você tem este direito.
A declaração de apoio, feito a um site de notícias, foi em caráter pessoal, inclusive, à revelia do partido.
É, Freixo, mudar de opinião ou repensar posições não é o problema. O problema é achar que só você tem este direito.
Jornalista da Rede TV responde de forma irônica e grosseira gentileza de candidato
O gestinho irônio, grosseiro e sutil que repercutiu muito mal
Homens que elogiam a beleza de uma mulher, sem segundas intenções não chegam a levar chibatadas ou perder algum membro do corpo por desobedecer o alcorão, mas são "fuzilados" por formadores de opinião esquerdistas que consideram isso um ato tremendamente "machista".
Foi exatamente o que aconteceu com o candidato Marcelo Crivella, ontem, após o debate na Rede TV. Após suas considerações finais, onde elogiou a beleza das apresentadoras, a jornalista Mariana Godoy, num gesto sutil, finalizou com o tradicional "aceno de miss". O resultado disso se deu hoje e não foi nada sutil. A mesma imprensa que tem dado munição à Marcelo Freixo em seu ataque sem trégua ao adversário político, foi a que repercutiu o "protesto velado" de Mariana.
Parcialidade nas entrevistas é próprio de Mariana. Se não gosta da pessoa, deixa isto bem claro para o entrevistado. Mas, ontem, como se tratava de um debate, onde deveria mediar com imparcialidade, adotou a "grosseria oculta" e foi anti-ética, ao prejudicar um candidato e beneficiar outro com sua "brincadeira", segundo justificou.
O pior é que nem mesmo Crivella percebeu. Tanto que, imediatamente após o encerramento do debate, foi lá, gentil e inocentemente, cumprimentá-la. Coisa que o "nada machista" e "politicamente correto" Freixo não fez. Parece que este negócio de gentileza não soa muito bem neste mundo esquerdista.
No final, ficou feio para Mariana, que demonstrou falta de profissionalismo, indelicadeza com o convidado e clara tendência a um dos candidatos que, claro, não era Crivella.
Moro manda prender Cunha
O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso nesta quarta-feira (19), em Brasília, segundo a Globo News. A previsão da Polícia Federal (PF) é a de que Cunha chegue a Curitiba no fim desta tarde. A prisão dele é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado.
A decisão foi tomada no processo em que Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Na segunda-feira (17), Moro intimou Cunha e deu 10 dias para que os advogados protocolassem defesa prévia.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em liberdade, Cunha representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla nacionalidade – Cunha tem passaporte italiano.
Fonte: Globo.com
A decisão foi tomada no processo em que Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Na segunda-feira (17), Moro intimou Cunha e deu 10 dias para que os advogados protocolassem defesa prévia.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em liberdade, Cunha representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla nacionalidade – Cunha tem passaporte italiano.
Fonte: Globo.com
Notícia sobre ator chamar Moro de "mau caráter" é falsa! Mas e sobre recusar o papel?
Uma nota publicada na coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, no dia 16 de outubro, seguida de uma tuitada do humorista (atual cineasta) Rafinha Bastos, bastou para que a notícia de que o ator Wagner Moura não apenas recusou interpretar Sérgio Moro no cinema, como também teria chamado o juiz da Lava Jato de "mau caráter", viralizasse na internet. A informação repercutiu nas redes sociais e nos blogs, inclusive neste. Sim, acreditei na informação. Primeiro porque já havia lido na coluna de um jornal que pertence ao mesmo grupo onde o ator em questão trabalha e, segundo, porque achei verossímil que Moura tivesse declarado tal sandice.
Moura considera a Lava Jato parte de um "golpe" contra o PT.
Moura, segundo Jardim, havia recusado o papel.
Ora, daí a acreditar que Moura acha Moro um "mau caráter" não estaria longe. Concordam? No entanto o contexto onde foi colocada a suposta opinião é que realmente ficou muito fora de contexto. Como assim "não interpretaria um mau caráter" sendo que acabou de fazer sucesso como Pablo Escobar? Isto não batia, mas o que esperar de alguém que acha que o socialismo bolivariano faz bem ao Brasil?
Diante de tamanha repercussão, Wagner Moura se pronunciou, afirmando que nem sequer havia sido convidado a fazer o papel. Declaração esta confirmada pelo diretor da série sobre a Lava Jato, José Padilha.
Acredito mesmo que a frase não tenha sido dita pelo artista, mas, sinceramente, continuo em dúvida sobre ele não ter recusado mesmo o papel. E, neste caso, até entenderia: primeiro, por suas posições políticas e, segundo, por estar na lista de beneficiados irregularmente com a Lei Rouanet. O caso está rendendo uma CPI e é investigada pela Polícia Federal na "Operação Boca Livre", cujo juiz responsável é nada menos que Sérgio Moro.
Sendo assim, fica o dito pelo não dito (ou o convite pelo "desconvite").
A decepção com o ator permanece, mas por motivos outros que não o profissional. Menos mal.
Fundir secretarias, pode; mas ministérios, não? Como é isso, Freixo?
Ontem, vendo o debate dos candidatos a prefeito, na Rede TV, fui surpeendida com a mudança de planos de Marcelo Freixo. O que antes seria a "criação de novas secretarias" em sua proposta de governo, se transformou em "fundir secretarias, criando uma nova".
E por que a nova interpretação da proposta me surpreendeu? Por que não me soou normal queFreixo queira unir secretarias, para enxugar os gastos do município?
Porque era exatamente isso que Temer queria fazer unindo os Ministérios da Educação e Cultura, entre outros, mas que a turma da esquerda, e próprio Freixo foi contra.
Então quer dizer que uma solução que é boa para o município do Rio não seria para o governo federal? Queria entender a lógica do candidato.
Freixo apoiou e participou do movimento contrário à fusão do MinC ao Ministério da Educação
Freixo está mais pra "Romero" ou pra "Fraga"?
A história que contam é que o personagem "Diogo Fraga", do filme Tropa de Elite, foi inspirado no deputado, hoje candidato a prefeito do Rio, Marcelo Freixo. O filme foi sucesso e teve desdobramentos, rendendo mais 2 filmes, e, é claro, ser comparado a um personagem político carismático, defensor dos fracos e oprimidos e bem intencionado, é tudo o que um parlamentar com intenções de fazer carreira políica deseja para o currículo.
Mas será que alguém já parou para comparar Freixo com um outro personagem, também de uma obra de grande sucesso, só que na TV, cuja história se assemelha, em muitos pontos, com a do candidato do PSOL? Falo de "Romero Rômulo", vivido pelo ator Alexandre Nero, na novela "A Regra do Jogo", de João Emanuel Carneiro. Alguém lembra? Imagino que se o autor fosse questionado sobre a inspiração, negaria. Também tenho plena certeza de que o próprio Freixo rechaçaria a comparação. Imagine ele, que é "vendido" por sua equipe de marketing como "homem altruísta", lembrar alguém tão mau caráter? Só para recordar, "Romero Rômulo" fez sua trajetória na trama com as seguintes características:
1) presidia uma ONG (de fachada) cujo objetivo era ressocializar bandidos;
2) se dizia socialista, mantinha uma aparência desapegada do luxo, mas amava usufruir das benesses do capitalismo;
3) era ferrenho "defensor" dos Direitos Humanos,
4) era de origem humilde e usava esta informação para ganhar a simpatia dos pobres e ter acesso às comunidade, com seu discurso de "justiça social";
5) Era carismático e muito midiático, amigo da imprensa, classe artística e simpatizantes de sua "causa";
5) Tudo o que fazia tinha uma única intenção: crescer dentro da facção e fazer carreira política,
Você viu alguma semelhança entre o candidato do PSOL e Romero Rômulo? Nem eu. Imagine!
E se alguém me perguntar, afirmo e bato pé que "a novela foi apenas uma obra de ficção e que comparar o chefe da facção, vivido por Zé de Abreu, à Lula, ou a "mãe" da facção (não lembro nome da atriz) à Dilma, ou a figura metafórica do bandidão Zé Maria às milícias, ou mesmo o defensor dos Direitos Humanos que queria fazer carreira política no Rio à Freixo; seria como crer que a novela foi inspirada na trajetória da esquerda brasileira, que nem organização criminosa é".
Concorda? kkkkkkkkkkkk
Mas será que alguém já parou para comparar Freixo com um outro personagem, também de uma obra de grande sucesso, só que na TV, cuja história se assemelha, em muitos pontos, com a do candidato do PSOL? Falo de "Romero Rômulo", vivido pelo ator Alexandre Nero, na novela "A Regra do Jogo", de João Emanuel Carneiro. Alguém lembra? Imagino que se o autor fosse questionado sobre a inspiração, negaria. Também tenho plena certeza de que o próprio Freixo rechaçaria a comparação. Imagine ele, que é "vendido" por sua equipe de marketing como "homem altruísta", lembrar alguém tão mau caráter? Só para recordar, "Romero Rômulo" fez sua trajetória na trama com as seguintes características:
1) presidia uma ONG (de fachada) cujo objetivo era ressocializar bandidos;
2) se dizia socialista, mantinha uma aparência desapegada do luxo, mas amava usufruir das benesses do capitalismo;
3) era ferrenho "defensor" dos Direitos Humanos,
4) era de origem humilde e usava esta informação para ganhar a simpatia dos pobres e ter acesso às comunidade, com seu discurso de "justiça social";
5) Era carismático e muito midiático, amigo da imprensa, classe artística e simpatizantes de sua "causa";
5) Tudo o que fazia tinha uma única intenção: crescer dentro da facção e fazer carreira política,
Você viu alguma semelhança entre o candidato do PSOL e Romero Rômulo? Nem eu. Imagine!
E se alguém me perguntar, afirmo e bato pé que "a novela foi apenas uma obra de ficção e que comparar o chefe da facção, vivido por Zé de Abreu, à Lula, ou a "mãe" da facção (não lembro nome da atriz) à Dilma, ou a figura metafórica do bandidão Zé Maria às milícias, ou mesmo o defensor dos Direitos Humanos que queria fazer carreira política no Rio à Freixo; seria como crer que a novela foi inspirada na trajetória da esquerda brasileira, que nem organização criminosa é".
Concorda? kkkkkkkkkkkk
terça-feira, outubro 18, 2016
Uma decepção chamada Wagner Moura
Update: acabei de ter acesso à informação que a notícia pode ser boato. Então, sugiro que nem leiam o texto abaixo, vá direto para o outro, atualizado: Aqui
Wagner Moura é um daqueles casos de decepção artística que só quem é fã sabe. O ator, por quem sempre tive admiração, por ter feito trabalhos maravilhosos na TV e no cinema, há algum tempo vem "pisando na bola" comigo e com um monte de gente. Primeiro foi contra o impeachment, quando a maior parte do Brasil gritava "Fora Dilma". Foi ali que descobri a tendência política do ator. Ferrenho defensor do PT, chegou a gravar vídeos apoiando a candidatura da "presidenta" e, depois, defendendo o indefensável Lula. Agora, apoia quem, no Rio? Freixo!
Wagner Moura é um daqueles casos de decepção artística que só quem é fã sabe. O ator, por quem sempre tive admiração, por ter feito trabalhos maravilhosos na TV e no cinema, há algum tempo vem "pisando na bola" comigo e com um monte de gente. Primeiro foi contra o impeachment, quando a maior parte do Brasil gritava "Fora Dilma". Foi ali que descobri a tendência política do ator. Ferrenho defensor do PT, chegou a gravar vídeos apoiando a candidatura da "presidenta" e, depois, defendendo o indefensável Lula. Agora, apoia quem, no Rio? Freixo!
Isto tudo já seria suficiente para deixar de ser fã do cara. Mas aí o bom senso me cobra: "é preciso separar a ideologia política do lado artístico do cara". Ok! Conselho ouvido. Mas aí, Moura apronta mais uma, justamente misturando partidarismo e profissionalismo. Rejeita fazer o papel do juiz Sérgio Moro num filme que está sendo produzido sobre a Lava Jato.
E não bastou rejeitar: Wagner Moura "bostejou" o seguinte, para argumentar a rejeição ao papel: "não interpreto mal caráter!" Oi? Disse o cara que fez Pablo Escobar, narcotraficante que conquistou fama mundial como "o senhor da droga colombiano", tornando-se um dos homens mais ricos do mundo graças ao tráfico de cocaína nos Estados Unidos e outros países.
Bem, agora não tem mais jeito. A "carteirinha de fã de Wagner Moura" vai para o lixo. Agora entendo que o problema de Wagner não é apenas político ou ideológico, mas de inversão de valores mesmo.
Sinto muito, Wagner, mas não dá pra admirar quem admira mau-caráter.
Freixo: um candidato cheio de contradições
Freixo é aquele tipo de candidato que quem não conhece "compra" como sendo o cara mais humano e "da paz" do mundo.
Fala em "respeito às religiões", mas faz parte de um partido antissemita, cujo candidato que apoia queimou bandeira de Israel num claro gesto de ódio aos judeus.
Fala em "tratar todos com igualdade", mas nunca o ouvi falar sobre o respeito às ideologias políticas diferentes da dele.
Fala em democracia, mas defende o ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua ideologia política bolivariana (a mesma seguida pela esquerda no Brasil), que prende e mata opositores e cidadãos que se oponham ao seu governo.
Fala em um Rio "sem armas", onde pretende tratar da violência com muita "iluminação pública", mas não é bem este o comportamento de seus "meninos", os violentos black blocs, conhecidos por vandalizarem patrimônios públicos e privados em manifestações, inclusive aqui no Rio, onde levaram à morte o cinegrafista da Band, Santiago Andrade. Freixo não só defendeu a barbárie do grupo durante os "protestos", como defendeu os responsáveis pelo falecimento do rapaz.
Diz que não se alia a corruptos, mas foi contra o impeachment de Dilma e continua defendendo o PT, ao não reconhecer os crimes de corrupção pelos quais o Partido de Lula e Dilma respondem, tratando o novo governo brasileiro de "golpista". Aliás, governo este com o qual não pretende ter diálogo durante sua gestão, caso seja eleito. É com o apoio deste partido, que virou sinônimo de corrupção no Brasil, que Freixo concorre à prefeitira do Rio.
Ele também diz que não quer saber do apoio do PMDB e até criticou Crivella por aceitar a ajuda de vereadores da legenda, aqui no Rio, mas, nos bastidores, Eduado Paes, que é do PMDB, declara apoio à Freixo.
Gostaria de poder entender tantas contradições concentradas em um único candidato.
Fala em "respeito às religiões", mas faz parte de um partido antissemita, cujo candidato que apoia queimou bandeira de Israel num claro gesto de ódio aos judeus.
Fala em "tratar todos com igualdade", mas nunca o ouvi falar sobre o respeito às ideologias políticas diferentes da dele.
Fala em democracia, mas defende o ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua ideologia política bolivariana (a mesma seguida pela esquerda no Brasil), que prende e mata opositores e cidadãos que se oponham ao seu governo.
Fala em um Rio "sem armas", onde pretende tratar da violência com muita "iluminação pública", mas não é bem este o comportamento de seus "meninos", os violentos black blocs, conhecidos por vandalizarem patrimônios públicos e privados em manifestações, inclusive aqui no Rio, onde levaram à morte o cinegrafista da Band, Santiago Andrade. Freixo não só defendeu a barbárie do grupo durante os "protestos", como defendeu os responsáveis pelo falecimento do rapaz.
Diz que não se alia a corruptos, mas foi contra o impeachment de Dilma e continua defendendo o PT, ao não reconhecer os crimes de corrupção pelos quais o Partido de Lula e Dilma respondem, tratando o novo governo brasileiro de "golpista". Aliás, governo este com o qual não pretende ter diálogo durante sua gestão, caso seja eleito. É com o apoio deste partido, que virou sinônimo de corrupção no Brasil, que Freixo concorre à prefeitira do Rio.
Ele também diz que não quer saber do apoio do PMDB e até criticou Crivella por aceitar a ajuda de vereadores da legenda, aqui no Rio, mas, nos bastidores, Eduado Paes, que é do PMDB, declara apoio à Freixo.
Gostaria de poder entender tantas contradições concentradas em um único candidato.
O candidato de Freixo, do PSOL, odeia judeus
segunda-feira, outubro 17, 2016
A real motivação de Freixo na CPI das Milícias
Por qual razão você acha que Marcelo Freixo presidiu com tanto empenho a CPI das Milícias, no Rio de Janeiro, levando vários policiais e vereadores para a prisão, numa caçada implacável aos bandidos de farda?
A. ( ) O deputado não poderia perder a oportunidade de presidir uma denúncia envolvendo policiais, principal "agente opressor" da sociedade, de acordo com discurso esquerdista.
B. ( ) O deputado só defende a socialização de bandido que é "vítima da sociedade", como menor infrator, traficante, assaltante, estuprador... Milicianos, não.
C. ( ) O deputado perdeu o irmão, o assessor parlamentar Renato Freixo, em 2006, vítima de milicianos que atuavam no condomínio onde morava, no Fonseca, em Niterói. Vingar a morte do irmão se tornou seu principal objetivo, desde então.
D. ( ) Todas as alternativas acima
Se você respondeu a letra "D", acaba de passar no teste "Conhecendo Freixo a Fundo".
Muitos que veem o candidato a prefeito se gabar de sua atuação naquela CPI nem imagina o que realmente o motivou. Nem a atuação do tráfico no Estado, com facções mais antigas que a própria existência das milícias, incomodou tanto o psolista. Aliás, para quem assistiu ao filme Tropa de Elite, baseado no livro de mesmo nome, escrito pelo ex-oficial do Bope, Rodrigo Pimentel, viu que a chegada dos milicianos, os chamados "bandidos de farda", se deu numa época em que a corrupção era dominante tanto na Polícia Militar quando no Corpo de Bombeiros. Esta nova modalidade de "dominar a área" e faturar em cima de moradores e dos próprios traficantes, cresceu como um "vírus" entre os militares que viam nesta prática criminosa uma forma de complementar (e muito!) os baixos salários que recebiam do Estado.
A chegada das milícias não foi bom pra ninguém, mas um dos que sentiram no próprio bolso o peso da extorsão dos "bandidos fardados", foram os traficantes. Tudo o que recebiam, além da venda das drogas, cobrando pela "segurança" local, instalação de "gatos" (captação de energia elétrica e sinal de TV a cabo clandestinas), entre outros serviços, passaram a ser disputados pelos milicianos. Viram que podiam levar uma boa "fatia do bolo" em alguns casos e até o "bolo todo", em outros. Esta interferência acabou refletindo nos "negócios" das facções fluminenses e gerando um novo confronto, além das já existentes entre as organizações criminosas do Estado. No final das contas, os mais afetados são os moradores das comunidades dominadas por essas ORCRIMs.
Seja com a intenção ou não, o fato é que a caçada (pessoal e política) de Freixo às milícias, em 2008, que culminou no desbaratamento de vários núcleos de ação, em diversos pontos do RJ (inclusive em Niterói), beneficiou bastante a "concorrência". Há boatos, inclusive, que o Comando Vermelho (CV), uma das mais poderosas facções criminosas do Rio, teria uma verdadeira "dívida de gratidão" com o "padrinho". Aliás, esta estória da suposta empatia do deputado com os bandidos, vem desde antes da morte do irmão dele e de sua "cruzada" contra as milícias. Foi em 2004 que Freixo se ofereceu para mediar a rebelião de Bangu 1, iniciada pela turma de Fernandinho Beira Mar, líder do CV, onde o objetivo era exterminar a facção rival, o Terceiro Comando, liderado por Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê.
Verdade ou mentira? Não sabemos. Mas a web está cheia de "insinuações" que nos deixam com a "pulga atrás da orelha".
A. ( ) O deputado não poderia perder a oportunidade de presidir uma denúncia envolvendo policiais, principal "agente opressor" da sociedade, de acordo com discurso esquerdista.
B. ( ) O deputado só defende a socialização de bandido que é "vítima da sociedade", como menor infrator, traficante, assaltante, estuprador... Milicianos, não.
C. ( ) O deputado perdeu o irmão, o assessor parlamentar Renato Freixo, em 2006, vítima de milicianos que atuavam no condomínio onde morava, no Fonseca, em Niterói. Vingar a morte do irmão se tornou seu principal objetivo, desde então.
D. ( ) Todas as alternativas acima
Se você respondeu a letra "D", acaba de passar no teste "Conhecendo Freixo a Fundo".
Muitos que veem o candidato a prefeito se gabar de sua atuação naquela CPI nem imagina o que realmente o motivou. Nem a atuação do tráfico no Estado, com facções mais antigas que a própria existência das milícias, incomodou tanto o psolista. Aliás, para quem assistiu ao filme Tropa de Elite, baseado no livro de mesmo nome, escrito pelo ex-oficial do Bope, Rodrigo Pimentel, viu que a chegada dos milicianos, os chamados "bandidos de farda", se deu numa época em que a corrupção era dominante tanto na Polícia Militar quando no Corpo de Bombeiros. Esta nova modalidade de "dominar a área" e faturar em cima de moradores e dos próprios traficantes, cresceu como um "vírus" entre os militares que viam nesta prática criminosa uma forma de complementar (e muito!) os baixos salários que recebiam do Estado.
A chegada das milícias não foi bom pra ninguém, mas um dos que sentiram no próprio bolso o peso da extorsão dos "bandidos fardados", foram os traficantes. Tudo o que recebiam, além da venda das drogas, cobrando pela "segurança" local, instalação de "gatos" (captação de energia elétrica e sinal de TV a cabo clandestinas), entre outros serviços, passaram a ser disputados pelos milicianos. Viram que podiam levar uma boa "fatia do bolo" em alguns casos e até o "bolo todo", em outros. Esta interferência acabou refletindo nos "negócios" das facções fluminenses e gerando um novo confronto, além das já existentes entre as organizações criminosas do Estado. No final das contas, os mais afetados são os moradores das comunidades dominadas por essas ORCRIMs.
Seja com a intenção ou não, o fato é que a caçada (pessoal e política) de Freixo às milícias, em 2008, que culminou no desbaratamento de vários núcleos de ação, em diversos pontos do RJ (inclusive em Niterói), beneficiou bastante a "concorrência". Há boatos, inclusive, que o Comando Vermelho (CV), uma das mais poderosas facções criminosas do Rio, teria uma verdadeira "dívida de gratidão" com o "padrinho". Aliás, esta estória da suposta empatia do deputado com os bandidos, vem desde antes da morte do irmão dele e de sua "cruzada" contra as milícias. Foi em 2004 que Freixo se ofereceu para mediar a rebelião de Bangu 1, iniciada pela turma de Fernandinho Beira Mar, líder do CV, onde o objetivo era exterminar a facção rival, o Terceiro Comando, liderado por Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê.
Verdade ou mentira? Não sabemos. Mas a web está cheia de "insinuações" que nos deixam com a "pulga atrás da orelha".
Aí começa a tal luta de Freixo contra as milícias. A morte do irmão teria sido a real motivação.
Basta uma busca no Google para entender essa obsessão do deputado com estes criminosos. Inimigo comum, aliás, dos traficantes do RJ, "concorrentes" diretos das milícias.
domingo, outubro 16, 2016
Discurso "paz e amor" de Freixo não combina com a realidade
Temos acompanhado, nos últimos dias, um ataque fortíssimo, na campanha do candidato do PSOL, contra o candidato do PRB. Apesar de terem combinado, verbalmente, que o segundo turno seria sem "baixarias", deixando de lado os ataques e focando nas propostas, o fato é que Marcelo Freixo não esperava que o adversário alcançasse pontuação tão alta nas pesquisas (67% x 33% no Ibope). Contava que a rejeição à igreja que Crivella frequenta, a Universal, falasse mais alto. Parece que no discurso de "respeito às religiões" propagado por Freixo não inclui a igreja do adversário e nem a religião judaica, alvo dos psolistas semana passada, com direito à bandeira de Israel queimada e discurso antissemita. O candidato "paz e amor" que a equipe de marketing do PSOL tenta nos vender, daqui a pouco terá que ser denunciado ao "Procon", por "propaganda enganosa". Embalagem e conteúdo não batem.
Na primeira semana, o foco foi a suposta participação de Garotinho, do PRB, num futuro governo Crivella. O candidato do PRB, inicialmente, ignorou, mas, diante da insistência na informação, que era veiculada em praticamente todos os horários de propaganda do PSOL, Crivella resolveu apenas se defender, esclarecendo o boato e se comprometendo, em documento assinado por ele, que nem Garotinho e nem a Igreja Universal teriam participação em sua gestão.
O resultado no "bombardeio" saiu pela culatra: a margem de diferença entre Freixo e Crivela aumentou, dando vantagem ao senador. A equipe de Freixo não desistiu. Partiu para o uso da segunda munição: "Crivella aceita apoio de vereadores do PMDB do Rio". Associou a imagem do adversário às de figuras políticas de "personas non gratas" pelos cariocas, como Pezão, Cabral e Cunha, apesar de nenhum dos 3 configurarem o quadro de vereadores do PMDB eleitos este ano.
Freixo conta, também, com o apoio declarado da imprensa do Rio de Janeiro. O Dia, Extra, O Globo e JB. Todas as matérias exibidas na "campanha-ataque", veiculadas na TV, têm como fonte os jornais da família Marinho, a mesma que já confrontou diretamente com a igreja do bispo Edir Macedo, há alguns anos. A última, traz uma matéria sobre um livro escrito por Crivellla na década de 90, durante sua passagem pela África, onde o candidato, na época "bispo" da Universal, menciona as religiões afro como "demoniíacas". Crivella diz que o livro foi escrito numa outra época, quando ele não tinha intenções de ingressar na política e nem tinha comprometimento com o chamado Estado Laico.
"Independente da minha crença, respeito todas as religiões e não é baseado em religião que vou governar o Rio.", declara o senador.
O jornal deu munição à Freixo, mais uma vez, e não dá espaço para que o outro candidato se defenda. Se isto não é "apoio declarado", não sei mais o que é. Mas o objetivo principal parece não estar sendo alcançado
Na primeira semana, o foco foi a suposta participação de Garotinho, do PRB, num futuro governo Crivella. O candidato do PRB, inicialmente, ignorou, mas, diante da insistência na informação, que era veiculada em praticamente todos os horários de propaganda do PSOL, Crivella resolveu apenas se defender, esclarecendo o boato e se comprometendo, em documento assinado por ele, que nem Garotinho e nem a Igreja Universal teriam participação em sua gestão.

Entrevista AQUI
O resultado no "bombardeio" saiu pela culatra: a margem de diferença entre Freixo e Crivela aumentou, dando vantagem ao senador. A equipe de Freixo não desistiu. Partiu para o uso da segunda munição: "Crivella aceita apoio de vereadores do PMDB do Rio". Associou a imagem do adversário às de figuras políticas de "personas non gratas" pelos cariocas, como Pezão, Cabral e Cunha, apesar de nenhum dos 3 configurarem o quadro de vereadores do PMDB eleitos este ano.
Freixo conta, também, com o apoio declarado da imprensa do Rio de Janeiro. O Dia, Extra, O Globo e JB. Todas as matérias exibidas na "campanha-ataque", veiculadas na TV, têm como fonte os jornais da família Marinho, a mesma que já confrontou diretamente com a igreja do bispo Edir Macedo, há alguns anos. A última, traz uma matéria sobre um livro escrito por Crivellla na década de 90, durante sua passagem pela África, onde o candidato, na época "bispo" da Universal, menciona as religiões afro como "demoniíacas". Crivella diz que o livro foi escrito numa outra época, quando ele não tinha intenções de ingressar na política e nem tinha comprometimento com o chamado Estado Laico.
"Independente da minha crença, respeito todas as religiões e não é baseado em religião que vou governar o Rio.", declara o senador.
O jornal deu munição à Freixo, mais uma vez, e não dá espaço para que o outro candidato se defenda. Se isto não é "apoio declarado", não sei mais o que é. Mas o objetivo principal parece não estar sendo alcançado
COMBINARAM UMA COISA...
MAS FREIXO NÃO CUMPRE SUA PARTE...
Leitor dá o tom do fracasso da tática agressiva adotada por Freixo
sábado, maio 28, 2016
Ah, como eu lamento...
Para não ser injusta com a jovem Ana Beatriz, que morreu aos 16 anos assassinada, aqui no Rio, por bandidos iguais aqueles com os quais a menina que foi abusada sexualmente mantinha amizade desde os 13 anos, deixo aqui minha mensagem de lamento.
Lamento por ver nossos jovens escorrendo pelos dedos. Sejam aqueles que fazem a escolha certa, como aqueles que procuram o caminho errado.
Lamento porque Ana Beatriz com um futuro tão brilhante pela frente, tenha ido de forma tão brutal.
Lamento porque a outra, que nem sei o nome, não tenha tido nem um passado brilhante, quiçá um futuro.
Lamento porque Ana Beatriz não pôde colher os bons frutos das boas sementes que cultivou.
Lamento porque a jovem que escolheu o tráfico como referência de vida ainda tenha tantos espinhos para colher.
Lamento porque Ana Beatriz não chegou a gerar filhos para servir de exemplo e contar-lhes suas histórias.
Lamento que o filho de 3 anos da jovem traficante, já tenha tantas histórias ruins guardadas dentro dele sobre aquela que o gerou.
Lamento que Ana Beatriz, com tanta vida, tenha encontrado a morte tão cedo.
Lamento que a outra, tão cedo, tenha encontrado a morte em vida.
Lamento pelas duas, sim, porque são vidas, porque sou mãe, porque sou mulher, porque sou humana, porque já tive 16 anos, porque já tive que fazer escolhas nesta idade e porque eu gostaria que as escolhas da garota "dos 30" que comoveu o mundo tivessem sido as mesmas de Ana Beatriz, assim como queria que Ana Beatriz tivesse sobrevivido àquela violência, como a outra, e que, hoje, estivesse aqui lamentando conosco o que ocorreu com a jovem que teria a mesma idade que ela.
Lamento porque a violência cometida contra Ana Beatriz já seja tão banal que nem provoque uma comoção mundial.
Só não lamento mais porque acredito que a vida segue o fluxo, que tudo acontece como tem que acontecer, por mais que não entendamos, por mais que não aceitemos.
Ana Beatriz, certamente deixou um vazio entre familiares e amigos, mas onde estiver, está bem. Aqui fica o meu triste ADEUS.
Quanto à outra menina, espero que aproveite a chance que a vida está lhe dando, mude o rumo e preencha o seu vazio com escolhas melhores. Pra você há tempo, HÁ DEUS!
Lamento por ver nossos jovens escorrendo pelos dedos. Sejam aqueles que fazem a escolha certa, como aqueles que procuram o caminho errado.
Lamento porque Ana Beatriz com um futuro tão brilhante pela frente, tenha ido de forma tão brutal.
Lamento porque a outra, que nem sei o nome, não tenha tido nem um passado brilhante, quiçá um futuro.
Lamento porque Ana Beatriz não pôde colher os bons frutos das boas sementes que cultivou.
Lamento porque a jovem que escolheu o tráfico como referência de vida ainda tenha tantos espinhos para colher.
Lamento porque Ana Beatriz não chegou a gerar filhos para servir de exemplo e contar-lhes suas histórias.
Lamento que o filho de 3 anos da jovem traficante, já tenha tantas histórias ruins guardadas dentro dele sobre aquela que o gerou.
Lamento que Ana Beatriz, com tanta vida, tenha encontrado a morte tão cedo.
Lamento que a outra, tão cedo, tenha encontrado a morte em vida.
Lamento pelas duas, sim, porque são vidas, porque sou mãe, porque sou mulher, porque sou humana, porque já tive 16 anos, porque já tive que fazer escolhas nesta idade e porque eu gostaria que as escolhas da garota "dos 30" que comoveu o mundo tivessem sido as mesmas de Ana Beatriz, assim como queria que Ana Beatriz tivesse sobrevivido àquela violência, como a outra, e que, hoje, estivesse aqui lamentando conosco o que ocorreu com a jovem que teria a mesma idade que ela.
Lamento porque a violência cometida contra Ana Beatriz já seja tão banal que nem provoque uma comoção mundial.
Só não lamento mais porque acredito que a vida segue o fluxo, que tudo acontece como tem que acontecer, por mais que não entendamos, por mais que não aceitemos.
Ana Beatriz, certamente deixou um vazio entre familiares e amigos, mas onde estiver, está bem. Aqui fica o meu triste ADEUS.
Quanto à outra menina, espero que aproveite a chance que a vida está lhe dando, mude o rumo e preencha o seu vazio com escolhas melhores. Pra você há tempo, HÁ DEUS!
sexta-feira, maio 27, 2016
Estupro é estupro! Em qualquer lugar, com quem quer que seja
Imagine a seguinte situação: uma menina de 16 anos, está numa festa de universitários, bebe até não saber mais quem é ou onde está. Num dado momento na noite, ela resolve gritar que quer "dar pra geral". Que venham 30, 50... Os caras em volta, ao ouvirem a proposta da menina cambaleante, o que deveriam fazer?
A. ( ) Atender ao desejo da garota, afinal, ela pediu.
B. ( ) Rir ou criticá-la sobre a atitude deplorável, deixando que se vire com a própria bebedeira e as escolhas que fez. E se acontecer alguma coisa, foi merecido
C. ( ) Ao ver um grupo se empolgar e se aproximar da garota, se adianta para tirá-la de lá, convencendo os caras que manter sexo com uma vulnerável (fora de si) é considerado estupro.
D. ( ) Antes que alguém se aproxime, pega a garota, que nitidamente está fora de si, e a ajuda, levando-a pra casa?
Parabéns se você escolheu as alternativas C ou D. Sinaliza que você é uma pessoa do bem e que não está inserida no grupo que cultiva a "cultura do estupro".
Por que fiz esta analogia? Porque tenho visto uma certa dificuldade das pessoas demonstrarem algum gesto de compaixão por uma "garota da favela" ou que "costumava frequentar a comunidade" ou que "era viciada e metida com bandidos". Talvez, pensar numa menina que usou uma droga lícita (bebida alcoólica), servida em qualquer esquina, seja mais fácil invocar o sentimento de empatia dentro de si, do que pensar nela usando drogas ilegais.
Talvez, pensar que esta menina não estava numa favela, mas numa festa de universitários, te ajude a se aproximar mais da situação.
Talvez algo assim já tenha acontecido em muitas festinhas de universitários e não seja uma exclusividade dos marginalizados. Talvez as motivações que levam um grupo de traficantes e um grupo de universitários cometerem tamanha barbárie, sejam diferentes, mas o crime é o mesmo, a maldade é a mesma.
Talvez, até num caso semelhante, ocorrido numa universidade tratem a situação como "suposto estupro".
Duvida? Então olha esta matéria de 4 de abril de 2014, publicada no site Metro:
B. ( ) Rir ou criticá-la sobre a atitude deplorável, deixando que se vire com a própria bebedeira e as escolhas que fez. E se acontecer alguma coisa, foi merecido
C. ( ) Ao ver um grupo se empolgar e se aproximar da garota, se adianta para tirá-la de lá, convencendo os caras que manter sexo com uma vulnerável (fora de si) é considerado estupro.
D. ( ) Antes que alguém se aproxime, pega a garota, que nitidamente está fora de si, e a ajuda, levando-a pra casa?
Parabéns se você escolheu as alternativas C ou D. Sinaliza que você é uma pessoa do bem e que não está inserida no grupo que cultiva a "cultura do estupro".
Por que fiz esta analogia? Porque tenho visto uma certa dificuldade das pessoas demonstrarem algum gesto de compaixão por uma "garota da favela" ou que "costumava frequentar a comunidade" ou que "era viciada e metida com bandidos". Talvez, pensar numa menina que usou uma droga lícita (bebida alcoólica), servida em qualquer esquina, seja mais fácil invocar o sentimento de empatia dentro de si, do que pensar nela usando drogas ilegais.
Talvez, pensar que esta menina não estava numa favela, mas numa festa de universitários, te ajude a se aproximar mais da situação.
Talvez algo assim já tenha acontecido em muitas festinhas de universitários e não seja uma exclusividade dos marginalizados. Talvez as motivações que levam um grupo de traficantes e um grupo de universitários cometerem tamanha barbárie, sejam diferentes, mas o crime é o mesmo, a maldade é a mesma.
Talvez, até num caso semelhante, ocorrido numa universidade tratem a situação como "suposto estupro".
Duvida? Então olha esta matéria de 4 de abril de 2014, publicada no site Metro:
sábado, abril 30, 2016
A mais recente calúnia petista. A vítima? Janaína Paschoal
Por Mentor Neto
Quando o PT coloca em campo o seu maquinário de redes sociais e mídia, é realmente assustador.
Depois da participação da Dra. Janaina Paschoal na Comissão do Senado, uma informação mentirosa vem sendo divulgada nas redes sociais e em diversos blogs para desqualificar seu depoimento e a origem do pedido de impeachment.
A̲ ̲M̲e̲n̲t̲i̲r̲a̲:
Um vídeo mostra a Senadora Vanessa Grazziotin do PCdoB do Amazonas, acusando a Dra. Janaina de ter recebido 45 mil reais do PSDB para produzir a peça do impeachment. Em seguida, numa leviana edição, a Dra. Janaina diz que recebeu os 45 mil reais do PSDB em maio de 2015. E o vídeo é cortado abruptamente.
Assim, a militância pretende induzir a opinião pública a acreditar que a peça do impeachment foi encomendada pelo PSDB e que a Dra. Janaina seria apenas uma testa de ferro.
A̲ ̲V̲e̲r̲d̲a̲d̲e̲:
Procurei os áudios e a transcrição deste trecho do depoimento, no site oficial do Senado.
Ali, fica clara a colcha de retalhos que compõe mais essa farsa.
Em resumo, o que aconteceu, de fato, foi o seguinte:
- O PSDB, através do Dr. Miguel Reale Junior, que pertence ao partido, decidiu buscar um parecer sobre a possível existência de base para um possível pedido de impeachment.
- O Dr. Miguel procurou a Dra. Janaina este parecer, já que trabalham juntos há mais de 20 anos.
- A Dra. Janaina informou que, como não pertence ao partido, teria que cobrar 45 mil reais, afinal, não poderia trabalhar de graça.
- Feito o parecer, Dr. Miguel e Dra. Janaina divergiram sobre o próximo passo.
- De posse do parecer, o PSDB e o Dr. Miguel Reale decidiram não entrar com o pedido de impeachment e sim com uma queixa crime ao Procurador Rodrigo Janot (esta queixa se encontra parada até hoje).
- A Dra. Janaina, por sua vez, tento tomado conhecimento de todos os fatos, decidiu procurar algum outro jurista que pudesse entrar com o pedido de impeachment junto com ela. Foi quando Helio Bicudo entrou em cena.
- O impeachment foi protocolado.
- O PSDB não foi sequer o primeiro partido a aderir ao pedido.
- Posteriormente o Dr. Miguel Reale se juntou à ação.
Na imagem, a transcrição detalhada do que resumi acima.
Se você preferir, os áudios estão aqui:
http://ncpm.me/g0oG
http://ncpm.me/g2gP
http://ncpm.me/g19s
Quando o PT coloca em campo o seu maquinário de redes sociais e mídia, é realmente assustador.
Depois da participação da Dra. Janaina Paschoal na Comissão do Senado, uma informação mentirosa vem sendo divulgada nas redes sociais e em diversos blogs para desqualificar seu depoimento e a origem do pedido de impeachment.
A̲ ̲M̲e̲n̲t̲i̲r̲a̲:
Um vídeo mostra a Senadora Vanessa Grazziotin do PCdoB do Amazonas, acusando a Dra. Janaina de ter recebido 45 mil reais do PSDB para produzir a peça do impeachment. Em seguida, numa leviana edição, a Dra. Janaina diz que recebeu os 45 mil reais do PSDB em maio de 2015. E o vídeo é cortado abruptamente.
Assim, a militância pretende induzir a opinião pública a acreditar que a peça do impeachment foi encomendada pelo PSDB e que a Dra. Janaina seria apenas uma testa de ferro.
A̲ ̲V̲e̲r̲d̲a̲d̲e̲:
Procurei os áudios e a transcrição deste trecho do depoimento, no site oficial do Senado.
Ali, fica clara a colcha de retalhos que compõe mais essa farsa.
Em resumo, o que aconteceu, de fato, foi o seguinte:
- O PSDB, através do Dr. Miguel Reale Junior, que pertence ao partido, decidiu buscar um parecer sobre a possível existência de base para um possível pedido de impeachment.
- O Dr. Miguel procurou a Dra. Janaina este parecer, já que trabalham juntos há mais de 20 anos.
- A Dra. Janaina informou que, como não pertence ao partido, teria que cobrar 45 mil reais, afinal, não poderia trabalhar de graça.
- Feito o parecer, Dr. Miguel e Dra. Janaina divergiram sobre o próximo passo.
- De posse do parecer, o PSDB e o Dr. Miguel Reale decidiram não entrar com o pedido de impeachment e sim com uma queixa crime ao Procurador Rodrigo Janot (esta queixa se encontra parada até hoje).
- A Dra. Janaina, por sua vez, tento tomado conhecimento de todos os fatos, decidiu procurar algum outro jurista que pudesse entrar com o pedido de impeachment junto com ela. Foi quando Helio Bicudo entrou em cena.
- O impeachment foi protocolado.
- O PSDB não foi sequer o primeiro partido a aderir ao pedido.
- Posteriormente o Dr. Miguel Reale se juntou à ação.
Na imagem, a transcrição detalhada do que resumi acima.
Se você preferir, os áudios estão aqui:
http://ncpm.me/g0oG
http://ncpm.me/g2gP
http://ncpm.me/g19s
Lula tem Habeas Corpus negado e pode ser preso a qualquer momento
Parece que o cerco está fechando para o ex-presidente Lula. Na última terça-feira, dia 26 de abril, ele teve um Habeas Corpus preventivo negado pelo STF. Esse HC pedia que ele não fosse preso por juiz de 1ª instância (juiz Sérgio Moro), enquanto a Suspensão da Nomeação de Ministro, feita por liminar acatada no STF, não fosse julgada. Como o HC foi negado e a nomeação ainda não foi decidida pelo Supremo - ou seja, está sem foro privilegiado -, Lula pode ser preso a qualquer momento
Agora, uma pergunta: para que pedir HC se há tanta certeza de sua inocência?
Clique AQUI para conferir a decisão do Supremo:
quarta-feira, abril 27, 2016
Reflexões: "Ministros da vida"
Acredito que cada um tem um dom, uma missão, um ministério nessa vida. Ministérios não são exclusividade das igrejas ou do governo. Não, não mesmo. Creio que existam os "ministérios da vida", que nada mais são do que talentos desenvolvidos em função do outro. Há muitos "ministros da vida" por aí, executando muito bem seu talento e sua missão em prol de um mundo melhor, provocando uma mudança, se não no mundo, ao menos, no universo em torno dela.
Temos pessoas selecionadas para o ministério de cuidar de animais. E fazem isso com prazer, amor e dedicação, sem esperar retorno financeiro.
Temos outras no ministério de cuidar de pessoas, voluntariamente, seja oferecendo oportunidades, seja passando conhecimento, seja cuidando do físico, da alma e até do espírito.
Temos gente por aí, cuidando na nossa fauna e do meio ambiente, numa verdadeira cruzada pela vida no planeta.
Temos aqueles, com poder de oratória e de mobilizar pessoas, à frente de movimentos que fazem a sociedade se mexer e cobrar seus direitos.
Temos gente que não gostam de aparecer, mas são capazes de provocar verdadeiras revoluções só com seus escritos.
Tem gente que ainda nem descobriu seu ministério ou está sendo preparado para ele.
O fato é que ninguém é melhor que o outro porque faz isso ou aquilo, porque escolheu esta ou aquela forma de lutar por algo. O importante é estar envolvido em algo, nem que o beneficiado com seu ato transformador seja sua família ou um alguém que foi colocado em seu caminho
Também acho que ninguém é obrigado a lutar a luta dos outros. Até pode se sentir tocado pela causa alheia e dar uma contribuição, por empatia, mas jamais por obrigação. Até porque, eu também acredito, que o grande propulsor dos "ministros da vida" é o amor e o prazer por aquilo que fazem.
sexta-feira, abril 22, 2016
Cassação? Não é pra tanto.
Vejo circulando vários abaixo-assinados por aí, pedindo cassação de Jean pra cá, cassação de Bolsonaro pra lá. Na boa? Não vejo motivo pra tanto. Erraram? Erraram, mas, apesar de um ter agido como um moleque e o outro como um sádico, mereceriam, no máximo uma "advertência na caderneta", tipo fazem nas escolas com alunos mal comportados. Cassem os fichas sujas por favor, aqueles que praticam molecagem e sadismo com o dinheiro público. Cassem aqueles que "cospem" na cara do povo diante das necessidades básicas da população, e não trabalham para que seus eleitores sejam bem representados. Cassem aqueles sádicos que embolsam a verba que deveria ir para a Saúde, mas ficam indiferentes ao tratamento desumano que as pessoas recebem em hospitais públicos do Brasil, que morrem numa fila de espera agonizando de dor.
Bolsonaro e Jean, apesar de dois idiotas, não passam disso. E são fichas limpa.
"Bela, recatada e do lar". Ou não!
Seja feliz
O que te importa o que ela diz?
Se é bela, Cinderela
Ou se está mais pra fera,
O importante é ser você
Recatada
Resgatada
Reinventada
Re-cate os cacos e vá
Seja feliz!
Seja livre pra escolher o que quer ser
Do lar
Do ler
Do bar
Não importa!
Quem são elas pra dizerem por qual porta
Você deve entrar... ou sair?
A escolha é sua!
E se for pra desconstruir estereótipos
Joguemos todos abaixo e pisemos neles
De salto,
Rasteira
Ou pé no chão
Diga "não".
Na minha vida, mando eu.
Viva! E deixe viver.
Seja feliz!
O que te importa o que ela diz?
Se é bela, Cinderela
Ou se está mais pra fera,
O importante é ser você
Recatada
Resgatada
Reinventada
Re-cate os cacos e vá
Seja feliz!
Seja livre pra escolher o que quer ser
Do lar
Do ler
Do bar
Não importa!
Quem são elas pra dizerem por qual porta
Você deve entrar... ou sair?
A escolha é sua!
E se for pra desconstruir estereótipos
Joguemos todos abaixo e pisemos neles
De salto,
Rasteira
Ou pé no chão
Diga "não".
Na minha vida, mando eu.
Viva! E deixe viver.
Seja feliz!
quinta-feira, abril 21, 2016
Reflexões sobre uma criança vítima da Ditadura Militar e Comunista
Estava aqui refletindo sobre esta foto acima, que vi, hoje, circulando em alguns posts no facebook, de um menininho de 1 anos e 8 meses, Carlos Alexandre Azevedo, que, segundo relatos de seus pais, foi torturado pela Ditadura Militar, O menino, segundo uma matéria da IstoÉ, sobreviveu à passagem pelo Deops paulista, assim como seus pais. Aliás, o pai, Dermi Azevedo, é jornalista e cientista político, e a mãe, Darci Azevedo, pedagoga aposentada. Ambos ainda vivos e com uma filha adulta.
Carlos Alexandre cresceu problemático, devido à vida fugida e conturbada dos pais comunistas e autores de livros com ideologias marxistas, e se tornou uma pessoa cheia distúrbios psicológicos: depressão, fobia social, agressividade... Se matou em 2013, com uma overdose de medicamentos. Quando começou a se abrir para a vida e a socializar, foi quando a Ditadura começava a perder força e os pais se mudaram de Piracicaba para São Paulo. “(Piracicaba) Era o único lugar em que eu tinha amigos. Foi aí que me isolei de vez. Parei de estudar e me tranquei em casa", relatou o rapaz à revista IstoÉ, em janeiro de 2010.
Pois bem, seguem minhas reflexões:
Sem dúvida, alguém que é capaz de torturar uma criança de 1 ano, não poderia nem ser considerado humano. Sou mãe de 2 meninos e nem posso imaginar tal coisa. Mas, às vezes, para entendermos certas situações, é preciso fazermos o sacrifício de imaginar. E eu queria entender o porquê de tudo isso.
Pensemos: por que a tortura era (e ainda é) usada? Pra que serve esta técnica? Para obter informação. Certo? E, segundo entrevista da IstoÉ, foi o que aconteceu: “Os meus pais foram presos e eu fui usado para pressioná-los”. Carlos Alexandre, durante a entrevista, diz não se lembrar de praticamente nada, apesar dos pesadelos durante toda a infância, quando acordava gritando pela mãe, perguntando pelo barulho de trem (o Deops onde ficou localizava-se na estação da Luz). Carlos sabe apenas fragmentos da história, contada pelos pais, que evitam tocar no assunto.
Apesar de não estar presente durante o episódio, o pai conta, baseado em relatos da babá, que o menino levou uma bofetada que fez sangrar a boca, por ter chorado assustado, quando a polícia invadiu sua casa, na zona sul de São Paulo. Teria batido a cabeça e ficado sequelado, numa outra situação em que foi jogado no chão, também numa busca da polícia em sua casa. O pai foi preso primeiro, ficou detido por 4 meses, e a mãe depois, ficando encarcerada por 40 dias, sem agressões físicas, mas muita tortura psicológica, segundo declara. O garotinho esteve, neste período, sob os cuidados dos avós. Um dia, porém, foi levado ao Deops, onde foi colocado diante dos pais e ameaçado de tortura caso o pai ou a mãe não abrissem a boca.
Foi aí que me coloquei no lugar dos pais daquela criança. Imaginei o pequenino menino assustado, chorando ou segurando o choro por medo de levar outro tapa, sendo trazido pela mão, numa estratégia sórdida e apelativa. O visualizei querendo vir me abraçar, sem poder. Me imaginei algemada e impotente, querendo pegá-lo, abraçá-lo e protegê-lo.
Pois é... Neste momento concluí: jamais poderia ser uma guerrilheira ou engajada em qualquer causa político-ideológica ao ponto de aguentar ver um filho meu sendo ameaçado e permanecer calada. Na verdade, não aguentaria ficar tanto tempo longe dele. Li, em um post, de fonte não segura, que o menino chegou a ser torturado com choques elétricos. Em nenhum momento ele ou os pais contam isso na entrevista. Talvez, o pai conte eu um livro que tem publicado. Se o garoto passou mesmo por esta crueldade, me enojo de seus algozes, mas ainda mais de seus pais que permitiram, calados, que chegassem a tal ponto, sem delatar ninguém.
Mas desconfio enormemente que tal fato é mentira. Acontecimento tão grave não passaria batido numa entrevista especial à IstoÉ. Uno isto ao fato de serem obrigados a se mudar, logo após a soltura, para uma cidade no interior de Natal, sob vigilância militar, e concluo que a simples presença do filho serviu para os militares obterem as informações que precisavam. Eu teria feito o mesmo há mais tempo. E digo isso sem medo de qualquer crítica ou julgamentos. Meu filho, certamente, viria na frente da "causa". Nenhuma ideologia política vale mais que um filho ou minha vida.
Lamento imensamente pela vida triste deste menininho e pelo fim trágico que teve. Uma vítima da Ditadura Militar? Sim, sem dúvida. Mas também uma vítima do Comunismo, sistema igualmente ditador pelo qual lutaram seus pais e o envolveram sem que ele pedisse ou soubesse do que aquilo tudo se tratava. Não teve escolha, mas foi introduzido naquele mundo fanático da "Revolução Socialista" e colheu cada fruto que não plantou.
Carlos Alexandre cresceu problemático, devido à vida fugida e conturbada dos pais comunistas e autores de livros com ideologias marxistas, e se tornou uma pessoa cheia distúrbios psicológicos: depressão, fobia social, agressividade... Se matou em 2013, com uma overdose de medicamentos. Quando começou a se abrir para a vida e a socializar, foi quando a Ditadura começava a perder força e os pais se mudaram de Piracicaba para São Paulo. “(Piracicaba) Era o único lugar em que eu tinha amigos. Foi aí que me isolei de vez. Parei de estudar e me tranquei em casa", relatou o rapaz à revista IstoÉ, em janeiro de 2010.
Pois bem, seguem minhas reflexões:
Sem dúvida, alguém que é capaz de torturar uma criança de 1 ano, não poderia nem ser considerado humano. Sou mãe de 2 meninos e nem posso imaginar tal coisa. Mas, às vezes, para entendermos certas situações, é preciso fazermos o sacrifício de imaginar. E eu queria entender o porquê de tudo isso.
Pensemos: por que a tortura era (e ainda é) usada? Pra que serve esta técnica? Para obter informação. Certo? E, segundo entrevista da IstoÉ, foi o que aconteceu: “Os meus pais foram presos e eu fui usado para pressioná-los”. Carlos Alexandre, durante a entrevista, diz não se lembrar de praticamente nada, apesar dos pesadelos durante toda a infância, quando acordava gritando pela mãe, perguntando pelo barulho de trem (o Deops onde ficou localizava-se na estação da Luz). Carlos sabe apenas fragmentos da história, contada pelos pais, que evitam tocar no assunto.
Apesar de não estar presente durante o episódio, o pai conta, baseado em relatos da babá, que o menino levou uma bofetada que fez sangrar a boca, por ter chorado assustado, quando a polícia invadiu sua casa, na zona sul de São Paulo. Teria batido a cabeça e ficado sequelado, numa outra situação em que foi jogado no chão, também numa busca da polícia em sua casa. O pai foi preso primeiro, ficou detido por 4 meses, e a mãe depois, ficando encarcerada por 40 dias, sem agressões físicas, mas muita tortura psicológica, segundo declara. O garotinho esteve, neste período, sob os cuidados dos avós. Um dia, porém, foi levado ao Deops, onde foi colocado diante dos pais e ameaçado de tortura caso o pai ou a mãe não abrissem a boca.
Foi aí que me coloquei no lugar dos pais daquela criança. Imaginei o pequenino menino assustado, chorando ou segurando o choro por medo de levar outro tapa, sendo trazido pela mão, numa estratégia sórdida e apelativa. O visualizei querendo vir me abraçar, sem poder. Me imaginei algemada e impotente, querendo pegá-lo, abraçá-lo e protegê-lo.
Pois é... Neste momento concluí: jamais poderia ser uma guerrilheira ou engajada em qualquer causa político-ideológica ao ponto de aguentar ver um filho meu sendo ameaçado e permanecer calada. Na verdade, não aguentaria ficar tanto tempo longe dele. Li, em um post, de fonte não segura, que o menino chegou a ser torturado com choques elétricos. Em nenhum momento ele ou os pais contam isso na entrevista. Talvez, o pai conte eu um livro que tem publicado. Se o garoto passou mesmo por esta crueldade, me enojo de seus algozes, mas ainda mais de seus pais que permitiram, calados, que chegassem a tal ponto, sem delatar ninguém.
Mas desconfio enormemente que tal fato é mentira. Acontecimento tão grave não passaria batido numa entrevista especial à IstoÉ. Uno isto ao fato de serem obrigados a se mudar, logo após a soltura, para uma cidade no interior de Natal, sob vigilância militar, e concluo que a simples presença do filho serviu para os militares obterem as informações que precisavam. Eu teria feito o mesmo há mais tempo. E digo isso sem medo de qualquer crítica ou julgamentos. Meu filho, certamente, viria na frente da "causa". Nenhuma ideologia política vale mais que um filho ou minha vida.
Lamento imensamente pela vida triste deste menininho e pelo fim trágico que teve. Uma vítima da Ditadura Militar? Sim, sem dúvida. Mas também uma vítima do Comunismo, sistema igualmente ditador pelo qual lutaram seus pais e o envolveram sem que ele pedisse ou soubesse do que aquilo tudo se tratava. Não teve escolha, mas foi introduzido naquele mundo fanático da "Revolução Socialista" e colheu cada fruto que não plantou.
Fonte: Revista IstoÉ
segunda-feira, abril 18, 2016
Será que a esquerda pode apontar Bolsonaro por citar Ustra?
Não, eu não apoio Bolsonaro e nem o torturador Ustra por defender o impeachment. Quem pensa assim está com problemas para raciocinar ou com muita má fé.
Bem diferente de você, que apoia a esquerda brasileira e anda com camiseta do Che Guevara por aí. Melhor começar a estudar História por outros livros que não os do "Méqui". Se não sabia, saiba: os ídolos da sua "democrata" esquerda (Che, Pol Pot, Stálin, Mao Tsé Tung) mataram milhões em suas ditaduras comunistas. Pessoas que discordavam de suas ideologias e que não tiveram a chance de um exílio e posterior anistia ou sobreviveram a uma tortura para virar político depois ou escrever um livro.
No Brasil, durante a obscura Ditadura Militar, algumas dezenas de comunistas morreram, outras centenas foram torturados e presas e mais alguns exilados. Mas, por mais terrível que tenha sido esta parte da nossa História, tivemos sobreviventes para contar história e ir além disso. Hoje, muitos estão por Brasília desfrutando as benesses da nossa corrupta política, com nomes envolvidos em operações da PF ou, simplesmente, tirando vantagem por serem amigos desses mesmas vítimas da Ditadura Militar brasileira. Se Ustra, o carrasco, tivesse feito um curso com os ídolos da esquerda, tudo seria bem diferente hoje, não é mesmo? Mas não foi assim que aconteceu por aqui.
Por esses (Dilma, Dirceu, Genoíno, Lula...), não sinto. Sinto, sim, por aqueles artistas e intelectuais sem partido, que realmente lutaram pela democracia, que foram exilados, torturados e até mortos e que, hoje, são colocados no mesmo saco desses comunistas safados, que queriam acabar com uma ditadura para colocar outra no lugar.
Bem diferente de você, que apoia a esquerda brasileira e anda com camiseta do Che Guevara por aí. Melhor começar a estudar História por outros livros que não os do "Méqui". Se não sabia, saiba: os ídolos da sua "democrata" esquerda (Che, Pol Pot, Stálin, Mao Tsé Tung) mataram milhões em suas ditaduras comunistas. Pessoas que discordavam de suas ideologias e que não tiveram a chance de um exílio e posterior anistia ou sobreviveram a uma tortura para virar político depois ou escrever um livro.
No Brasil, durante a obscura Ditadura Militar, algumas dezenas de comunistas morreram, outras centenas foram torturados e presas e mais alguns exilados. Mas, por mais terrível que tenha sido esta parte da nossa História, tivemos sobreviventes para contar história e ir além disso. Hoje, muitos estão por Brasília desfrutando as benesses da nossa corrupta política, com nomes envolvidos em operações da PF ou, simplesmente, tirando vantagem por serem amigos desses mesmas vítimas da Ditadura Militar brasileira. Se Ustra, o carrasco, tivesse feito um curso com os ídolos da esquerda, tudo seria bem diferente hoje, não é mesmo? Mas não foi assim que aconteceu por aqui.
Por esses (Dilma, Dirceu, Genoíno, Lula...), não sinto. Sinto, sim, por aqueles artistas e intelectuais sem partido, que realmente lutaram pela democracia, que foram exilados, torturados e até mortos e que, hoje, são colocados no mesmo saco desses comunistas safados, que queriam acabar com uma ditadura para colocar outra no lugar.
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