quinta-feira, setembro 14, 2017

Membros da Universal usam redes sociais para propagar campanha da igreja contra intolerância religiosa

A Igreja Universal lançou uma campanha, junto aos seus fiéis, para propagar o apoio da instituição aos espíritas e seguidores de religiões afros em geral. A iniciativa se dá através da publicação nas redes sociais de um texto padrão, que vem sendo postada por membros da igreja, com a hashtag #EuSouAUniversal. A ideia é parar com ações de intolerância por parte de pessoas contrárias a estas religiões de origem africana ou mesmo espíritas e deixar claro que a igreja não incentiva este tipo de comportamento, como algumas pessoas declaram. Muito pelo contrário.
Achei a iniciativa bem bacana e deveria ganhar força. Segue o print do post feito por uma amiga publicitária, Mônica Matos, na sua página de facebook, do texto que está circulando por outros perfis de membros da Universal.


sexta-feira, agosto 04, 2017

Deputado não aparece e subprefeito passa vergonha em reunião na Clínica da Famíia de Madureira

Na noite desta quinta-feira, foi marcada uma reunião com funcionários e usuários da Clínica da Família de Madureira, pelo deputado estadual Dionísio Lins, que teria uma resposta para dar tanto sobre o pagamentos dos servidores, que não têm previsão para receber o salário deste mês, quanto sobre o rumor do corte de 161 equipes, de um total de 189, assim como a respeito do possível fechamento daquela unidade. Isto, após conversa que teria com o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que se encontra em Brasília.
O parlamentar, que é figura conhecida no bairro em época de eleição, desta vez não deu as caras. Enviou em seu lugar o coitado do Administrador Regional da XV R.A. de Madureira, Gilson dos Santos que, enrolou para transmitir o seguinte recado do deputado: "não temos uma resposta para dar a vocês".
O subprefeito, nada soube dizer sobre os salários, o corte de pessoal ou o destino da Clínica. Diante de uma plateia de quase 150 pessoas, saiu do recinto sob vaias e protestos. O gerente da unidade ambulatorial da Praça do Patriarca, Roberto Rangel, tomou a palavra, logo em seguida, e abriu o jogo a respeito do que ouviu, hoje, em uma reunião com a vereadora Vera Fernandes.
"Não esperem que haja salário na conta dia 10, pois não haverá. Não há verba para que os pagamentos sejam feitos. E é verdade, sim, que existe a intenção da prefeitura fazer o corte de 161 equipes."
Segundo uma agente de saúde, que não quis se identificar, atualmente a Clínica da Família de Madureira está funcionando precariamente. Segundo ela, faltam medicamentos, formulário do SISREG e papel, por exemplo.
Ao final da reunião, o gerente convocou todos a comparecerem amanhã, às 15h, em um protesto em frente a Prefeitura, da qual participarão funcionários e usuários das Clínicas da Família.

Abaixo, o registro de um momento constrangedor do subprefeito de Madureira durante a reunião, quando pressionado a dar uma resposta aos presentes.

video

quarta-feira, abril 26, 2017

É guerra no RJ! #SQN


Charge de Latuff, de 2011

As armas são de guerra.
Os números de soldados (PMs) mortos, são compatíveis aos de países em guerra.
A quantidade mensal de civis vítimas por arma de fogo se equipara aos registrados em países em guerra.
O que mais falta para instaurarem Estado de sítio no Rio de Janeiro?
Policiais cariocas não deveriam ter tratamento de combatentes de guerra?
A população não mereceria uma medida protetiva?
Ou continuaremos nos arriscando na "roleta russa urbana", diariamente, sendo baleado no sofá de casa ou dentro de escolas pelas chamadas "balas perdidas"?
Vivemos na "normalidade" de uma grande metrópole violenta, mas não há nada de normal no que passamos aqui.
Vamos trabalhar, estudar, passear, viver nossa rotina diária como se nada estivesse acontecendo. Mas esta é uma realidade ilusória. (Ou será que sou eu que ando vendo noticiário com lentes de aumento?)
Há uma guerra real acontecendo e ela não é recente. É beeem antiga. Onde, de um lado, temos o tráfico e, de outro, todo o resto (PMs mal armados e população desarmada). Mas a situação se torna mais crítica com a atual crise do Estado. A bandidagem ganha reforço e nossos combatentes perdem efetivo. TODOS OS DIAS.
Vivemos sob um governo corrupto, com grande parte de seus representantes (antigos e atuais) citados na Lava Jato ou em outras denúncias de desvio de verba pública.
Temos um governador com pedido de impeachment pendente, sendo analisado pelo STF; um ex-governador preso em Bangu e outro em prisão domiciliar.
O fato é que o cotidiano do povo fluminense não é nada normal e se não houver uma intervenção federal (própria em situações atípicas e urgentes), talvez tenhamos que começar a nos juntar aos refugiados sírios e pedir exílio em algum país amigo. #SQN.
A real é que nem isso podemos fazer, já que não somos considerados vítimas de guerra.
Quem sabe algum milagre acontece e, um dia, todo este cenário caótico seja apenas tema de série na TV. Talvez uma Parte 2 de “Os dias eram assim”?